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EDIOTA

Criatividade, Cooperação, Edição e Ideias.  Conheçam a nova marca de produtos originais e personalizados made in Portugal

Quando li e aceitei escrever sobre a EDIOTA fi-lo pois lembrei-me do idiota de Bertolt Brecht, que me foi dado a conhecer numa audição há uns anos como “bilhete de entrada” para as aulas de teatro universitário. Curiosamente, na mesinha de cabeceira do meu pai, o “Idiota” de Dostoiévski, é aberto todas as noites. Mas o mais engraçado foi, ao ter iniciado a minha pesquisa, deparar-me com um projecto que há já algum tempo me havia sido apresentado pelo meu amigo Manel. Liguei-lhe a pedir que me falasse mais sobre o mesmo, ao que ele prontamente se ofereceu para me facultar o contacto da Ana André com quem tenho tido o prazer de trocar umas mensagens, emails e, para breve, o meeting. A EDIOTA, apesar de poética em todas as suas composições, não é dramaturga ou encenadora, alemã ou russa, muito menos inadaptada. É ‘E’ e não ‘I’!

‘Está sentado?
Encoste-se tranquilamente na cadeira.
Deve sentir-se bem instalado e descontraído.
Pode fumar.
É importante que me escute com muita atenção.
Ouve-me bem?
Tenho algo a dizer que vai interessá-lo.’

Quem é a EDIOTA?

Ana André – A EDIOTA é um colectivo de sete colaboradores residentes. É uma equipa mista, multidisciplinar, que conjuga a vontade criativa à produção dos artigos que se desenvolvem. Indirectamente, acaba por ser o percurso durante e após a Faculdade o factor determinante para a constituição do projecto, mas por questões geográficas. Foi na cidade da Covilhã que nos conhecemos e foi lá que fizemos nascer a EDIOTA.

O que vos mobilizou a avançar com o projecto?

A vontade de tirar as ideias do papel, pois o mundo não era EDIOTA o suficiente! Aconteceu naturalmente, as ideias existem a todo o momento, muitas vezes só falta materializar, editar. Assim sendo, a EDIOTA deu-se a conhecer, com essa vontade de partilhar e produzir. A possibilidade de fazer parte da 19ª edição das Feiras Francas, no Palácio das Artes, no Porto, foi para nós um bom mote para o projecto se dar a conhecer ao público.

O que vos inspira?

Talvez a pergunta certa seria, o que é que não nos inspira?

Num grupo de sete pessoas criativas, há pouca coisa que não nos inspira, mas essencialmente, a criatividade que nos ajuda a usar essa inspiração, para criar e concretizar os vários desafios que estão inerentes, às mais diversas ideias que surgem.

Pessoalmente, se fosses uma das peças que a EDIOTA cria, qual serias?

Cada um dos elementos tem a sua peça, que gostaria de ser, aquela que é mais representativa do que pensamos ser o papel desempenhado pelo que construímos com e na EDIOTA.

As colaborações com diferentes ilustradores portugueses, como é que se dão e a partir de que momento?

As colaborações com os que consideramos novos valores nacionais da ilustração, surgiram inicialmente por convite de nossa parte, mas actualmente somos também uma plataforma com a qual procuram colaborar. A partir do momento em que conseguimos ter a capacidade de produção, avançámos com as colaborações. Continuamos a procurar desafios para todos, ajudando desta forma na divulgação dos nossos produtos e daqueles que colaboram connosco.

O que ambicionam para o futuro?

Ambicionamos um crescimento sustentado, que a palavra EDIOTA seja, sem qualquer margem para dúvidas, o verdadeiro sinónimo de quem é criativo. Que a EDIOTA não seja apenas uma marca, mas sim um espaço comum para todos os criativos que queiram ediotizar. Um sítio onde as pessoas possam mostrar e explorar novas ideias.

O agora é hoje! Se tens uma ideia, um objectivo, dá largas à imaginação e faz tudo o que estiver ao teu alcance para o conseguires! A EDIOTA surgiu assim. Juntam-se duas pessoas, conversa-se sobre isto, aquilo e o outro. Alia-se o fartote do marasmo à vontade de materializar e finalmente dá-se a concretização. TU! Sim, tu!, que agora mesmo lês este aglomerado de letras que em melódica sintonia compõem este texto, com as tuas ideias e criatividade, és uma fonte inesgotável de matéria prima. E também tu podes ediotizar!

A EDIOTA utiliza, maioritariamente, matérias primas de origem nacional. O seus produtos: assessórios, crachás, cadernos, bonecos, malas/sacos e ilustrações podem ser vistos e adquiridos em algumas lojas do país. Podem igualmente ser comprados através da sua loja online, “desde que esteja disposto a pagar os portes e aguardar um pouco mais pela encomenda”.



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