Festival Cumplicidades 2016

Festival Cumplicidades 2016

De 4 a 19 de Março em Lisboa.

“A primeira edição do Festival Cumplicidades segue uma linha programática que se configurou naturalmente a partir dos encontros e dos diálogos entre pares resultantes da edição zero.

O sub-título Latitudes em Movimento descreve  a  nossa preocupação nuclear em dinamizar um programa orientado para processos que são movidos pela cumplicidade: aqueles de ordem criativa (intrapessoais e microscópicos) focalizados na relação dos coreógrafos com o seu tempo de investigação artística; e outros que se referem às dimensões estratégicas de difusão artística e de articulação com redes de produção na região do mediterrâneo e do Médio Oriente, sendo que estes últimos processos acentuam o cariz macroscópico e comunitário da produção em dança contemporânea.

O programa compõe-se de espectáculos, workshops, palestras, exposições e uma conferência internacional: meios através dos quais os participantes explicitarão os seus métodos, as suas reflexões e inquietações, assim como comunicarão os paradigmas ou bases teóricas que fundamentam a sua linha de trabalho. Desta forma potenciamos dois objectivos primários do festival: a difusão de obras de coreógrafos portugueses ampliando o seu grau de visibilidade, e o alargamento da internacionalização cruzando contactos e partilhando experiências com profissionais de Espanha, Aemanha, França, Marrocos, Egipto, Líbano e Turquia.

Deste modo, o pensamento em torno da dança contemporânea terá um lugar destacado. Organizamos um conferência internacional onde, num primeiro painel, e com a participação de académicos e de programadores, se discutirá o conceito de “cumplicidade” na dança contemporânea. Segui-se-á um encontro entre agentes europeus que debaterá temas como o impacto do trabalho artístico na relação com as comunidades, o financiamento para os países do eixo do sul da europa e do médio oriente, e a criação de redes profissionais.

Simultaneamente, o ciclo de palestras O Meu Processo proporcionará o encontro do público com os coreógrafos Joclécio Azevedo, Vânia Rovisco e Rafael Alvarez. Estes irão abordar aspectos do seu percurso artístico centrando-se nos processos de criação de peças suas contempladas nesta programação, respectivamente: a estreia em Lisboa de Intermitências, a transmissão de uma performance-arte de António Olaio apresentada em 1984 e uma recriação do solo Self-Service de 1999 com alunos da Escola António Arroio.

Centrando-nos ainda nos processos criativos, realizamos  duas exposições na Casa da Imprensa: How we built a smoke machine, de Maurícia Neves, e Solos multiplicados de Rafael Alvarez. Através do visionamento de documentos de registo e da montagem de vários artefactos,  recapitularemos as fases de criação de um espectáculo da autoria destes coreógrafos.

Os espectáculos calendarizados  conferem ao público propostas contemporâneas de âmbito mais experimental. O céu é apenas um disfarce azul do inferno da autoria de Joana Von Mayer Trindade e de Hugo Calhim Cristovão é a peça inaugural, e também uma co-produção do festival. Seguir-se á outra co-produção, Os mal sentidos de Andresa Soares e Matthieu Ehrlacher. Alguns dos trabalhos serão objectos estéticos finalizados na sua proposta de comunicação com as audiências, como será o caso de  ‘Who said anything about dance!?’ da egípcia Karima Mansour, da produção marroquina  Contessa por Meryem Jazouli e de Intermitências de Joclécio Azevedo. Outros encerram abordagens cénicas mais singulares  como We will use smoke machines da jovem Mauricia Neves, Aim de Flávio Rodrigues (a apresentar em registo de ensaio aberto)  e da instalação o vivo do espanhol Abraham Hurtado. Num sistema de representação de maior parceria e de envolvimento espacial com o espectador temos os casos de “A  morte da audiência” de Bruno Humberto, do projecto  Reacting to Time de Vânia Rovisco que se propõe trabalhar a transmissão da performance de António Olaio Il faut danser Portugal e da produção  turca de Mihran Tomasyan & Çiplak Ayklar Kumpanyasi intitulada You’re not a fish after all.

 

Tratando-se de um festival, haverá necessariamente momentos de socialização e de celebração sendo de destacar as festas de inauguração e de encerramento, assim como a organização de uma tertúlia com os participantes conferencistas.

Por fim, uma vez que o festival Cumplicidades foi contemplado com o selo EFFE – Europe for Festivals, Festivals for Europe, cremos que esta edição  atrairá programadores estrangeiros e continuará a potenciar a ligação que pretendemos entre os artistas envolvidos, o público e a cidade de Lisboa.”

 

Ezequiel Santos, programador 2015 e 2016

PROGRAMAÇÃO

A programação de dança incide na singularidade dos processos de criação. Estes, por diferentes modos e por distintos propósitos,  desvendam-se  em cada um dos espectáculos propostos: mais envolvente na relação com o público, ou mais racional, experimental e sistemático no uso de sistemas de representação.

 

O CÉU É APENAS UM DISFARCE AZUL DO INFERNO

Joana von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristóvão

Estreia • Co-produção do Cumplicidades 2016

4, 5 Mar 21.30h •  espaço alkantara
6 Mar 19h • espaço alkantara

A criação O Céu é apenas um disfarce azul do Inferno (citação  de um poema de Pascoaes) debruça-se sobre visões, representações,  heresias, que  Céu e Inferno, Demoníaco e Angélico, assumem na cultura portuguesa, e fá-lo sob o signo da relação: carnal, conceptual, poética. Do “amor carnal espiritualizado pela dor”. Esta criação pretende recuperar céus e  infernos, de disfarces em disfarces. Com o medo e com a excitação, num fluxo constante de dissolução de fronteiras, de livre circulação de pulsões e intensidades. Os  conceitos de “Caótico” (Deleuze) e de “Id” (Freud), surgem ainda como ferramentas a trabalhar. Para que se lidem vibrações, velocidades, intensidades, sensações, choques. O Caótico como criador de dissonâncias, de tensões, de conflitos que se alimentem de prazer, e de resíduos reprimidos. De céu e de inferno, portanto. HCC & JvMT

 

WE WILL USE SMOKE MACHINES

Maurícia Neves

Estreia

5, 6 Mar 21.30h • Negócio

Como transformamos os nossos corpos em máquinas, em mágoas, em sofrimento. O que o capitalismo nos fez, a guerra, a politica, a indústria. 5 artistas, vindos de diferentes áreas artísticas – fotografia e o vídeo, a luminotecnia, a música, o teatro e a dança –  juntam-se para uma proposta colaborativa onde o experimentalismo é a palavra de ordem e o manifesto a sua renumeração.

 

OS MAL SENTIDOS

Andresa Soares, Matthiew Ehrlacher & Gonçalo Alegria

Estreia • Co-produção do Cumplicidades 2016

9, 10, 11 Mar 21.30h • Negócio

Os Mal Sentidos trabalha sobre vários níveis de tradução e de deslocação de sentidos da realidade para complexificar a leitura da actualidade numa tragicomédia do Presente. O que poderá ser hoje o processo de construção do mito? O mito é construído através da reprodução de narrativas que, pela sua repetição, se tornam colectivas. Hoje, associamos aos media essa construção embora saibamos que, ao aceder à informação, não a encaramos como narrativa mitológica, mas sim factual. O modo como é transmitida a informação reflecte o que “se acredita” ser a articulação do pensamento contemporâneo. As palavras que usamos (ou que caem no uso comum) revelam as nossas crenças, o mundo que temos para articular. Num jogo de espelhos, criam-se vários dispositivos que desdobram a realidade do espaço de apresentação (público, intérpretes, linguagem, tradução, criação de movimento) em “agora” e “representação do Presente”. Cria-se assim uma “confusão dramatúrgica”, reflexo do modo de percepção e tradução da actualidade. Aqui, duas pessoas estão sujeitas à linguagem, como uma arma.

 

Ela aproximou-se dele e quase sem conseguir olhá-lo nos olhos disse-lhe:

ELA: Tudo o que eu queria era uma SOLUÇÃO MÚTUA VIÁVEL.

Ele olha-a com complacência e mesmo com um ligeiro sorriso.

ELE: Mas querida, REGRAS SÃO REGRAS.

ELA: Eu sei. UM EM CINCO irá dizer o mesmo…

O ambiente na sala estava tenso, como se há muito não se abrisse uma porta ou uma janela. Sentiam-se a respirar o mesmo ar de há cinco anos atrás sendo que, por o respirarem, não era o mesmo ar de há cinco anos atrás.

 

Karima Mansour, Egipto

WHO SAID ANYTHING ABOUT DANCE!?

Estreia Nacional

11, 12 Mar 19h •  espaço alkantara

Algumas ideias e pensamentos:

– Este trabalho é inspirado em várias situações com as quais um artista tem de lidar, no processo de tentar ser artista dentro de vários contextos.

– É um trabalho que tenta dissecar e questionar o papel do artista, assim como o da arte.

– Um momento de exposição e intimidade das entranhas do próprio processo criativo.

– As constantes concessões que são solicitadas e esperadas de um artista em troca do que?

– A expectativa da audiência.

– Serve a arte para entreter ou para questionar e também algumas vezes perturbar?

– Contudo, há sempre mais para ler nas entrelinhas…

 

INTERMITÊNCIAS

Joclécio Azevedo

12 Mar 21.30h • Teatro Trindade

13 Mar 18h •  Teatro Trindade

Em Intermitências tomamos como ponto de partida o uso do tempo, entendido não apenas como algo linear (passado, presente, futuro) mas como elemento transversal da nossa existência. O tempo que nos une e que nos separa, o tempo da disjunção e da sobreposição, o tempo da fricção entre tempos contrastantes. O corpo assume-se, neste contexto, como uma espécie de palimpsesto, como superfície de inscrição que se transforma e que mostra as evidências das suas mudanças. Os intérpretes são suportes de inscrições e de memórias mas também se desdobram como agentes observadores e activadores de indícios, a multiplicar possibilidades de agir e de interagir com os outros. O próprio processo de trabalho, de criação desta peça coreográfica, de colaboração entre os elementos deste grupo, transforma-se em conteúdo, despoletando intercâmbios de papéis que evidenciam a necessidade de repensar modos de produção. Nesta obsessão de tornar habitável e visível o processo de trabalho, ensaiamos formas de apropriação do espaço comum, ocupamos o tempo em que existimos em conjunto, tentamos contornar a velocidade do mundo que nos ultrapassa continuamente.

 

REACTING TO TIME, portugueses na performance – Il faut danser Portugal, António Olaio

Vânia Rovisco

Apresentação do workshop Transmissão VIII

14 Mar 19h •  Teatro da Trindade – Hall de entrada

REACTING TO TIME, portugueses na performance, procura actualizar a especificidade da memória corporal das primeiras experiências da performance. Aceder à origem dessa informação, actualizá-la pela transmissão directa e apresentá-la publicamente, são os objectivos deste projeto. Trata-se de construir um arquivo vivo, tornado presente nos corpos. Vânia Rovisco vem desenvolvendo um trabalho de contextualização e de investigação e contactando com os primeiros agentes da performance em Portugal, na actualização destes trabalhos inaugurais para posteriormente os transmitir. A apresentação é o resultado do processo de transmissão da performance de António Olaio – Il faut danser Portugal (1984), durante o Workshop Transmissão do Cumplicidades, na Culturgest.

YOU’RE NOT A FISH AFTER ALL

Mihran Tomasyan & Çıplak Ayaklar Kumpanyası, Turquia

Estreia Nacional

15, 16 Mar 21.30h • Rua das Gaivotas 6

Atravessamos o caminho da água, colocamos sacos de areia ou uma barreira, mas independentemente do que façamos, a água encontra sempre uma fenda, e continua a fluir livremente, naturalmente, na sua jornada, enfrenta muitos obstáculos, talvez até mesmo se torne toda enlameada, no entanto, neste país, “assassinatos de água” acontecem constantemente. Esta peça é a história daqueles que fazem da viagem na água a sua própria jornada e passeiam ao longo de todos os tipos de água. Uma mala de viagem é aberta, e as coisas que de lá saem têmc ertamente vontade de encontrar suas próprias ranhuras.

You’re not a fish after all é dedicada àqueles que foram mortos pelas suas opiniões, começando por Hrant Dink, um jornalista Arménio na Turquia.

 

AIM

Flávio Rodrigues

Ensaio Aberto

15 Mar 18h • EIRA/Teatro da Voz

AIM é uma performance a solo, onde a cenografia, a sonoplastia e a coreografia são construídas como metáforas para o seu desaparecimento. O Medo, o Fim e a Extinção são explorados a partir do conflito e da ameaça em direcção ao vazio. A luta do intérprete, no esvaziamento da sua existência. O palco é visto em AIM como uma maquete do universo. Um modelo do que somos, do mundo que habitamos e dos espaços e estados que permeamos. E é nesse lugar, representativo da utopia, que se geram os confrontos situados num contexto de celebração (ritual). Os materiais a testar são essencialmente primários. Quero explorá-los com o objectivo de encontrar a força, a vulnerabilidade, a efemeridade ou a impermanência de cada elemento. AIM é a metáfora do tempo, de um corpo e de um espaço teatral actual. Em conflito, em guerra. O confronto como gerador de desaparecimento, e este como fim último. No limiar da extinção, o que resta? O que se propaga? O que substitui? O que sobrevive?

 

A Morte da Audiência

Bruno Humberto

18, 19 Mar 19h • Museu da Marioneta – Claustro

Uma performance acerca da natureza da audiência – as expectativas, relações, tensões e papéis que cada um assume, individualmente ou em grupo numa situação de espectáculo ou terror cénico.  Através da dança, video, teatro-físico, poesia e som, apresenta-se um ensaio absurdo acerca do espectador, da sua responsabilidade, acção e passividade em massa. Uma série de situações para um público em movimento, onde são desconstruidas coreografias de distâncias e poder inerentes em qualquer tipo de ritual ou espectáculo.

 

CONTESSA

Meryem Jazouli, Marrocos

Estreia Nacional

18, 19 Mar 21.30h • Rua das Gaivotas 6

O solo interpretado pela corerógrafa marroquina Meryem Jazouli e escrito com a cumplicidade de Fatima Mazmouz, Contessa faz-nos mergulhar nas lendas e tradições de Marrocos através das suas principais figuras femininas. Desde a feiticeira e prostituta, Aïcha Kandisha – espírito que possui algumas mulheres e enlouquece os homens – a Haja Hamdaouia – cantora marroquina que modernizou o Aïta Marsawiya (música popularmarroquina) – a coreógrafa escolhe encarná-las e desencarná-las simultaneamente. Através do movimento e de um trabalho com a respiração e a voz, Meryem Jazouli desconstrói, um por um, os mecanismos destas caricaturas fantasmáticas  do imaginário masculino para mostrar uma multiplicidade de identidades femininas mais ambíguas mais complexas. Como se fosse para nos dizer que ela é um pouco de todas estas figuras mas é, sobretudo, uma figura singular.

 

WORKSHOPS

Os workshops são momentos de integração efectiva nos processos criativos:  através da reconstrução de uma coreografia estreada na década anterior (com Rafael Alvarez para a Escola António Arroio); da transmissão de uma performance portuguesa dos anos 80 (Vânia Rovisco) e a partir de um trabalho sobre os anjos e os demónios de povos da cultura africana (Joana von Mayer Trindade).

 

SELF-SERVICE: solos multiplicados

Laboratório de Pesquisa e Criação Coreográfica

com Rafael Alvarez

26 Fev, 2, 3, 4, 5, 9, 10 Mar 18h – 20h • para a Escola Artística António Arroio

Partindo de uma revisitação do espectáculo Self-Service, um solo do coreógrafo Rafael Alvarez estreado em 1999, um grupo de alunos da Escola Artística António Arroio será desafiado a explorar e a construir novas abordagens e novos imaginários. Partindo de uma estrutura de solos multiplicados, os participantes serão simultaneamente directores artísticos, coreógrafos, intérpretes, cenógrafos/figurinistas e dramaturgistas. O resultado deste processo work-in-progress será partilhado numa apresentação informal na Culturgest e uma exposição.
PRÁTICAS DE LIBERTAÇÃO

com Joana von Mayer Trindade

7, 8 Mar 15h-19h •  Culturgest, Sala 5

Será dada neste workshop uma importância central ao lado mais negro da demonização do outro e da sua exclusão: o anjo de uns torna-se o diabo, ou demoníaco dos outros, da cultura que vem a seguir e que oprime, promovendo uma reflexão sobre a colonização sucessiva dos anjos de outros povos, que passam a ser os nossos demónios, nomeadamente os da Diáspora Africana, que nos tocam particularmente. JvMT & HCC

Público-alvo: estudantes (artes e outras áreas que demonstrem interesse em participar) e profissionais das artes.

 

TRANSMISSÃO DE PERFORMANCE

com Vânia Rovisco

7- 11 Mar 15h-19h • Culturgest, Sala 6

Este workshop servirá para transmitir a performance que a intérprete irá apresentar no âmbito do Cumplicidades com o intuito de que os participantes integrem também o espectáculo.

Público-alvo: estudantes (artes e outras áreas que demonstrem interesse em participar) e profissionais das artes.

 

 

PALESTRAS

No ciclo de palestras O Meu Processo, cada artista partilhará a sua experiência de trabalho dando ao público a oportunidade de conhecer as suas ideias e também os métodos postos em prática ao longo do processo criativo.

 

O MEU PROCESSO  – JOCLÉCIO AZEVEDO

9 Mar 18h •  Teatro da Trindade – Salão Nobre

 

O MEU PROCESSO – RAFAEL ALVAREZ

10 Mar 18h • Culturgest – Sala 2

 

O MEU PROCESSO – VÂNIA ROVISCO

12 Mar 18h • Teatro da Trindade – Salão Nobre

 

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL

 

Complicities • Moving Latitudes

 

Como se trabalha em dança? Que tecido de relações é possível construir entre os seus agentes e os seus públicos? Reunindo investigadores, gestores culturais, programadores e artistas, a Conferência Internacional Cumplicidades – Latitudes em Movimento pretende reflectir sobre aspectos do trabalho em rede, da criação à acção, no domínio da dança contemporânea.

A Conferência irá decorrer em inglês.

 

COMPLICITY IN DANCE

Sessão de Abertura

7 Mar

Horário a confirmar • São Luiz Teatro Municipal, Jardim de Inverno

Gesa Ziemer, Directora da City Science Lab na HafenCity University (Alemanha), professora e investigadora

Ezequiel Santos, programador Cumplicidades 2016

Convidado a anunciar.

 

MOVING LATITUDES

14 Mar

10.30h-18h • São Luiz Teatro Municipal – Jardim de Inverno

Sessão 1 •Trabalhar em Rede

Abraham Hurtado, performer e director artístico do coletivo AADK SPAIN

Francisco Motta-Veiga, gestor cultural

Krystel Khoury, antropóloga da dança (Líbano)

Sessão 2 • O Impacto do trabalho artístico: a relação com as comunidades

Karima Mansour, coreógrafa e directora do Maat Dance e professora no Cairo Contemporary Dance Center (Egipto)

Elizabete Paiva, directora artística da Materiais Diversos

Mihram Tomasyan + Melih Kiraç , coreógrafos da companhia Çiplak Ayaklar (Turquia)

Sessão 3 •  Financiamento para a dança nos países do Mediterrâneo

Angie Cotte, Fonds Roberto Cimetta (França) + convidados a designar

 

ESPAÇOS

 

Alkantara – Calçada Marquês de Abrantes, 99, 1200-718. Tel. + 351 213 152 267

Casa da Imprensa – Rua da Horta Seca, 20, 1200 -221.  Tel. + 351 213 420 277/78

Culturgest – Rua Arco do Cego 50, 1000-300.  Tel. +351 217 905 155

EIRA |Teatro da Voz – Travessa de São Vicente, 11, 1100-575.  Tel. + 351 213 530 931

LARGO Residências – Largo do Intendente, 19 Tel. +351 218 885 420 / +351  926 235 355

Museu da Marioneta – Rua da Esperança, n° 146, 1200-660. Tel. +351 213 942 810

Negócio ZDB – Rua de O Século, nº 9 porta 5, 1200-116. Tel. + 351 213 430 205

Rua das Gaivotas 6 1200-202. Tel. +351 210 962 355. Tel. + 351 213 420 277 / 78

São Luiz Teatro Municipal – Rua António Maria Cardoso, 38, 1200-027 Lisboa. Tel. +351 213 257 640

Teatro da Trindade – Largo da Trindade, 7-A 1200-466. Tel: 213 420 000

49 ZDB Rua da Barroca, 49, Bairro Alto.  Tel. +351 213 257 650



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