NORBERTO LOBO NO TEATRO VIRIATO

Norberto Lobo (06 de outubro) regressa ao palco do Teatro Viriato, desta vez, para apresentar o disco Mel Azul (Mbari), mais um exemplo da originalidade e qualidade rara deste músico, que parece inventar tradi­ções. Poucos dias depois, o palco é entregue à comunidade de Vi­seu. Atlas (12 a 14 de outubro), de Ana Borralho e João Galante é uma performance de intervenção social que re­úne 100 pessoas de diferentes profissões de Viseu em palco. As inscrições decorreram entre abril e julho deste ano, tendo-se inscrito cerca de 150 participantes, dos quais serão agora selecionados apenas 100.

Original, com uma qualidade rara na criação sonora, Norberto Lobo é do tipo de músicos que parece inven­tar tradições sozinho. Versado em várias guitarras, com particular dedicação nos últimos anos à acústica, à elétrica, e, mais recentemente, à tambura, Norberto Lobo faz à guitarra o que muitos apelidam de “exorcis­mo”. Mudar de Bina (Bor Land, 2007) foi o seu álbum de estreia, seguindo-se Pata Lenta editado em meados de 2009 pela Mbari, discos aclamados e acarinhados pelo público e pela crítica nacional da área da música que reconhecem Norberto Lobo como uma das principais figuras do atual panorama da música portuguesa. No que toca à sua discografia individual, para estes dias de outubro está prevista a edição de mais um disco, inti­tulado Mel Azul (Mbari) e que se espera que seja mais uma manifestação grandiosa da criatividade deste músico.

Paralelamente, Norberto Lobo mantém os Tigrala e a sua banda de sempre, os Norman, na qual se concentra na guitarra elétrica, com responsabilidades nos tecla­dos para o seu irmão Manuel Lobo e, com a prodigiosa bateria de João Lobo.



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