PATTY DIPHUSA – de Pedro Almodôvar

«Chamo-me PATTY DIPHUSA e pertenço àquele tipo de mulheres que protagonizam a época em que vivem. Profissão? Sex-symbol internacional, ou estrela internacional do porno, como lhe queiram chamar.» Esta é Patty, ingénua, egocêntrica e a divertida. Patty nunca dorme. É, por isso, é a rainha da movida madrilena na década de 80 com muitas histórias para contar.

Patty Diphusa foi o livro de estreia de Pedro Almodôvar e, antes, foi um conjunto de histórias publicadas na revista pós-moderna La Luna – que relata as suas memórias devassas, durante a sua inacabável noite, com descrições de um fino humor negro e sarcasmo, que nos brinda os sentidos.

Patty não é uma mulher, são todas. O seu discurso, frontal e caótico, não cabe numa só personagem, pelo que será desdobrado numa sucessão de curtos monólogos intercalados com momentos de contracena. E o público estará presente. Fará parte da cena e do cenário.

Descobrir Patty Diphusa será como levar um pontapé nos tomates. Dos bons.

Teatro Villaret
Maio e Junho, todas as 6ª feiras, às 23h30.

Ficha técnica:
Uma produção Hipócritas ACR

Texto – Pedro Almodôvar
Encenação e adaptação – Miguel Barros
Elenco: Sílvia Lopes, Sheila Totta, Sofia Ribeiro
Equipa técnica (operação de som e luz) – Manuel Barbosa/Hipócritas
Design gráfico – Carlos Capítulo
Fotografia – Carlos Vieira
Música – Rui Melo
Apoio à Imagem – Eric Ribeiro e Joana Barrios
Produção – Ana Castanho/Hipócritas



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