“Cenas da vida conjugal”, com Ivo Canelas e Katrin Kaasa, dirigidos por Rita Calçada Bastos, espectáculo que veio substituir “Tierra de Sud”, pandemia dixit, é um objecto teatral surpreendente, poderoso, envolvente, que traz uma nova abordagem ao caldeirão temático deste festival: a verdade e a mentira nas relações no casamento.
Vinte e um espectáculos serão apresentados entre 2 a 25 de Julho, numa rede de espaços que integra, em Almada o Teatro Municipal Joaquim Benite (Sala Principal e Experimental), o Auditório Fernando Lopes Graça do Fórum Municipal Romeu Correia, o Salão de Festas da Incrivel Almadense, o Auditório Osvaldo Azinheira no Cine-Teatro Academia Almadense e o Teatro-Estúdio António Assunção. Em Lisboa o Festival estará no TNDM II e o CCB.
“Hipólito”, de Eurípedes, que abriu o 38º Festival de Teatro de Almada, criado a partir de um texto com mais de dois mil e quinhentos anos, parece intensificar o desdobramento da abordagem do feminino que é realizado em diferentes espetáculos apresentados no festival.
Na programação do Festival de Almada de 2021, sobressai uma dramaturgia portuguesa contemporânea que, de múltiplas perspetivas, e com diferentes vozes, dedica um investimento especial à experiência colonial portuguesa.
Callaz prepara-se para mostrar, finalmente, as novas canções ao vivo.
Os músicos portugueses Conan Osíris, Holly e St. James Park uniram forças e criaram o tema “COBRAS”. Esta criação, acompanhada pelos visuais do fotógrafo Pedro MKK, está apenas disponível como NFT.
“All the light that’s ours to see”. Estreia internacional em Lisboa.
Cervantes e Lisboa pela companhia d’ O Fim do Teatro.