O festival celebra três décadas com Ira Sachs na abertura, animação vinda de Cannes no encerramento e 94 filmes a concurso.
Artigos de: Pedro Marques
Um encontro dedicado à diversidade, à inclusão e ao poder transformador dos Prides nas cidades e nas organizações.
Um mergulho encantador que devolve fôlego a Pokopia, sem se livrar de todas as suas dores de crescimento.
A Howard’s Folly abre as vinhas ao público para a colheita manual das uvas, entre passeios, provas e o trabalho de adega.
A partir de 10 de setembro, dez obras da realizadora belga chegam em simultâneo à sala do Porto e à plataforma de streaming.
Estreada em exclusivo na Filmin a 31 de agosto, Gone usa os seis episódios da sua duração para fazer o que poucos thrillers policiais se dão ao luxo de fazer: parar, olhar e deixar que a fotografia e o tempo façam o trabalho pesado.
Há filmes que escutam o mundo em vez de o explicar — este é um deles.
Companhia da Esquina traz a Sandro William Junqueira e Jorge Gomes Ribeiro um espetáculo sobre urbanismo, memória e esperança, em cena de 2 a 13 de setembro.
A marca alemã estreia em Portugal a plataforma global “Save the Night”, com seis eventos com curadoria da BRASA no Maus Hábitos, no Porto.
A galeria nova-iorquina apresenta, entre 5 e 18 de setembro, a sua primeira exposição coletiva internacional em Lisboa, no Atelier Natália Gromicho.
Coprodução luso-ucraniana leva a segunda longa-metragem da realizadora ao Festival Internacional de Cinema de Odessa, em pleno conflito.
Aos 20 anos, o MOTELX estica-se a 11 dias, estreia mais uma longa portuguesa de terror e traz a Lisboa nomes tão improváveis como os fundadores dos Portishead e dos Sleaford Mods. Em conversa com a RDB, João Monteiro, diretor artístico do festival desde a primeira hora, posição que partilha com Pedro Souto, explica porque é que o género nunca foi só sangue e sustos — e porque é que o verdadeiro objetivo é o desconforto.