Destino partilhado: Ciência, os Maias e o Fim do Mundo

Lisboa recebe, a partir de 30 de Novembro, a exposição “Destino Partilhado: Ciência, os Maias e o Fim do Mundo”. Esta é uma mostra multimédia sobre quem são hoje, e como vivem, os Maias da América Latina. Depois da Universidade de Loughborough (Reino Unido), a sala de exposições do ISCTE acolhe cerca de 27 fotografias e objectos que retratam o que é hoje o seu modo de vida. Uma profecia que dita o fim do mundo, erradamente interpretada a partir do antigo calendário Maia[1], tem vindo a despertar o interesse popular sobre os descendentes desta antiga civilização. Assim, na aproximação desta data, um conjunto de investigadores da Universidade de Loughborough, oferece ao grande público a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre este vasto grupo indígena que ainda habita a América Latina.

Os Maias não estão extintos. São actualmente o maior grupo de indígenas Americanos (entre 6 e 7 milhões de pessoas) e residem dispersamente nos territórios que hoje conhecemos como Guatemala, México e Belize, embora com poucas semelhanças com os seus antepassados, grandes conhecedores da matemática, arquitectura e astronomia.

Esta exposição, de base científica, revela um pouco mais sobre o actual modo de vida dos Maias e retrata detalhes da sua arte, religião, condições de vida, saúde e movimentos migratórios.

Nos dias 28 e 29 de Novembro, será possível recolher imagens da exposição e estarão disponíveis para entrevistas a Professora Inês Varela Silva, a Professora Cristina Santinho e a Professora Teresa Castillo.



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