“NYPD Red – à margem da lei” | James Patterson

“NYPD Red – à margem da lei” | James Patterson

Como um thriller de Domingo à tarde

James Patterson, o homem que edita livros como se não houvesse amanhã, está de volta aos escaparates nacionais com “NYPD Red – à margem da lei” (Topseller, 2014), o segundo livro da série publicado em Portugal após a edição do homónimo “NYPD Red”.

Estamos em Nova Iorque, cidade onde os ricos têm direito a uma protecção mais cuidada graças à NYPD Red, divisão policial dedicada a proteger os mais abonados ou, na maior parte dos casos, a tentar descobrir quem os terá mandado desta para melhor.

Neste livro, temos um serial killer à solta pelas ruas da Grande Maçã, perseguindo e assassinando criminosos que conseguiram escapar à Justiça. À medida que o número de vítimas vai aumentando, o serial killer vai recolhendo um cada vez mais forte apoio popular, fazendo também com que alguns agentes repensem a forma de actuação da lei que, como numa canção dos U2, se mexe através de caminhos misteriosos (o que, neste caso, está longe de funcionar como elogio).

O detective Zach Jordan e a sua parceira – e ex-namorada – Kylie MacDonald são destacados para o caso quando uma mulher, ligada à campanha eleitoral de um dos candidatos à Câmara de Nova Iorque, é assassinada.

Jordan e MacDonald vêem-se lançados numa trama onde se escondem segredos públicos e privados, ao mesmo tempo que enfrentam alguns dilemas: o marido de MacDonald regressa ao mundo das drogas e Jordan teme que a situação possa abalar o maior caso das suas carreiras. Para além disto, MacDonald é ainda uma relação mal resolvida na cabeça de Jordan que, mesmo aparentemente bem estacionado em termos amorosos, não deixa de sentir um calafrio sempre que uma porta – ou janela de oportunidade – se abre. Um livro que se lê tanto ou mais depressa que um thriller cinéfilo de Domingo à tarde.



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