“Comer e Amar em Paris” | Elizabeth Bard

“Comer e Amar em Paris” | Elizabeth Bard

Uma mulher conquista-se pelo estômago

Ao longo dos anos, mesmo sem se conseguir atribuir a máxima a qualquer pensador, habituámo-nos a ouvir que um homem se conquista pelo estômago. Com o andar da carruagem e a mudança de comportamentos, os homens perderam a vergonha e, entre o estudo e a inspiração, tomaram conta das cozinhas e conquistaram, pela barriguinha, muito boa mulher.

Que o diga Elizabeth Bard que, em “Comer e Amar em Paris” (Marcador, 2013), conta como um (primeiro) encontro com um toque de gastronomia pode virar uma vida de avesso: «Não tinha como saber, naquela primeira noite húmida em Paris, o quanto este homem, e as suas não-receitas, iriam mudar a minha vida.»

O livro é como um caderno de receitas com um romance lá dentro, contando a história de uma jovem mulher que, na luminosa Paris, se perdeu de amores por um homem e a cozinha francesa, aproveitando para promover uma pequena e decisiva introspecção. Há champagne, não falta o gengibre e, para quem anda à procura dos ingredientes certos para conquistar o coração e a barriga de alguém, não faltam bons motivos. Como este: Flores de curgete recheadas com queijo de cabra e menta.



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