Convites duplos para Cais do Sodré Funk Connection e Rui Murka. Dia 18 de Novembro, no Musicbox

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5 CONVITES DUPLOS PARA CAIS DO SODRÉ FUNK CONNECTION E RUI MURKA, DIA 18 DE NOVEMBRO, NO MUSICBOX

Cais do Sodré Funk Connection

Os arquivos da Motown, da Stax e da Chess Records estão vivos. Os Cais do Sodré Funk Connection andam a fazer um jogo de sombra, no marulho da noite, com o paradigmático som das pistas de dança dos anos 1960 e 1970.

Rui Murka

Uma das principais referências da música de dança nacional, Rui Murka deu os primeiros passos como Dj a meio dos anos noventa, actuando em pequenos clubes referência da cena alternativa lisboeta, como o Captain Kirk e o Ciclone.

Em 96 funda um dos mais emblemáticos colectivos do Drum ´n´ Bass nacional, a CoolTrain Crew, constituída igualmente por nomes como Johnny (ainda seu activista), Dinis (Flashdance), Vítor Belanciano (jornalista do Público), Tiago Miranda e Nuno Rosa (ambos dos Dezperados), tendo, nesse âmbito, actuado nos melhores clubes do país e nos festivais mais importantes.

É, desde 98, residente do Frágil, mítico clube lisboeta onde viria a assumir a direcção da sua programação a partir de 2000, tendo sido responsável pelas actuações memoráveis de Djs como Rainer Truby, Nigel Hayes, Fauna Flash, Charlie Dark (Attica Blues), Dego (4 Hero), Phil Asher (restless Soul), Modaji, Jazzanova, Lorca, Aqua Bassino, Iam Simmonds, Luomo, Glen “Bigga” Bush (Rockers Hi-Fi), Zero dB ou I:Cube, entre outros.

Fazendo do eclectismo dos seus sets – fluidos, dinâmicos e consistentes – a sua principal arma, Rui Murka tem marcado, com a qualidade do seu trabalho, os melhores espaços de todo o território nacional, acuando regularmente em clubes como o Lux em Lisboa (onde assegura uma residência mensal ao lado do famoso DJ lisboeta, Rui Vargas), o Trintaeum no Porto ou o Quebra-Club em Coimbra.

Mas a relação de Rui Murka com a sua principal paixão não fica por aqui…É igualmente responsável pela gestão de stocks da conhecida loja de discos Illegal em Lisboa, desde 96.

Tem desde 97 marcado as ondas hertzianas com alguns dos melhores programas do nosso panorama radiofónico, tendo passado pela X-FM, Marginal e Voxx antes de se fixar, em 2001, na Rádio Oxigènio com o programa Let´s Get Lost, de audição obrigatória para todos aqueles que se interessam pelos mais arrojados e ambiciosos desenvolvimentos da mais moderna música de expressão urbana.

Ainda no campo da divulgação, tem desenvolvido um trabalho notável como compilador de excelentes colectâneas como “Fragil” (com Pedro Ricciardi, seu colega residente nesse clube), “Lisboa Gare Vol.2” , “Moda Lisboa” e, já em 2005, “Cool Trends”.

A produção musical constitui a sua mais recente aventura e também aí Rui Murka tem desenvolvido um trabalho de reconhecida qualidade, editando, desde 2003, “Pitinini” e “Passion Victim” com Kaspar e Kalaf e “Vou dar de beber à dor” com Kaspar e Melo D, além de ter remisturado projectos como “Loopless”, “1-Uik Project” e “Bandex”, sempre em associação com Kaspar.

NOTA: Enviem o vosso nome, nº BI e resposta. Os vencedores são notificados pela RDB.



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