“Corrida Perversa” | Janet Evanovich

“Corrida Perversa” | Janet Evanovich

Rir é, de facto, uma grande luxúria

Depois de ter descoberto a Pedra da Gula em “Gula Perversa”, Lizzy Tucker, reputada criadora de cupcakes e o seu parceiro Diesel, continuam a sua demanda em busca das pedras SALIGLIA, cada uma delas detendo o poder de um dos sete pecados mortais, tentando evitar que Wulf, o primo de Diesel que padece de uma larga predilecção para o lado negro da força, lhes consiga deitar a mão primeiro.

Quando Gilbert Reedy, professor da Universidade de Harvard, é misteriosamente assassinado, atirado da varanda de um quarto andar com uma estranha queimadura no pescoço, as pistas apontam a direito para Wulf Grimoire, desconfiando-se que este anda à procura da Pedra da Luxúria.

Depois de uma apurada investigação, Lizzy e Diesel encontram um críptico livro de sonetos do séc. XIX que esconde várias pistas – quadros de Van Gogh ou sinos enterrados em cemitérios – sobre a Pedra da Luxúria que, diz-se, teria como fim o amor verdadeiro, isto antes de ser amaldiçoada.

Para ajudar à festa não faltam Glo, uma candidata a feiticeira com muito pouco jeito, o Gato 7143, que protege Lizzy com  mais prontidão que um alarme ou o macaco Carl, um indomável símio que come à mesa e não tem medo de mostrar o dedo do meio sempre que as coisas não lhe agradam.

Mais do que um grande policial, Janet Evanovich oferece neste “Corrida Perversa” (Topseller, 2104) uma sessão contínua de gargalhadas, mostrando que rir é, de facto, uma grande luxúria.



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