Decifrar a Arte em Portugal

Decifrar a Arte em Portugal

Da leitura como prazer estético

Ao longo dos anos, o Círculo de Leitores já nos habitou a colecções de grande porte que, para além de ficarem bem na estante de qualquer um, oferecem um olhar atento sobre os mais variados temas.

Foi assim com a edição da História de Portugal em 8 volumes, dirigida pelo historiador José Mattoso, a publicação da Obra Completa do Padre António Vieira ou a colecção dedicada aos Grandes Exploradores. E, mais recentemente, com o lançamento de Decifrar a Arte em Portugal – colecção em em seis volumes -, onde se analisa ao detalhe pinturas, esculturas, iluminuras, fotografias, instalações e arquitectura que marcaram e revelaram esses períodos históricos em Portugal: Artes Antigas, Idade Média, Renascimento, Barroco, Oitocentos e Arte Contemporânea.

Decifrar a Arte em Portugal

Mais do que dissertar longamente sobre as obras apresentadas, os livros optam pela sua revelação, apostando nas imagens em grande formato, muitas vezes em página dupla. Como numa visita guiada a um museu, são destacadas partes das obras de modo a entrar-se no jogo da identificação e da decifração, algo que Paulo Pereira, o historiador de arte português responsável pela sua organização, diz ter tido como inspiração as obras da Mondadori da Escola Italiana.

Ao todo estamos perante 600 objectos chave da arte portuguesa – 100 por cada livro -, que nos conduzem através de um trilho sacralizado que percorre o país e a sua longa história, transformando a leitura num prazer puramente marcadamente estético.



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