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FOTOpad

O prazer de fotografar e escrever

Não. Não é um mais um espectacular aparelho para ligar à corrente. O FOTOpad é mais mais do que isso. É um livro que, partindo do formato Moleskine, com o clássico elástico, pode ser construído por ti.

Joel Santos (fotógrafo) e Tiago Cruz (ilustrador) oferecem-nos aqui um “álbum” com mais 100 dicas ilustradas, que vão desde os aspectos teóricos e práticos às check-lists, modelos de cedência de direitos de imagem, mapas, calendários personalizáveis, entre outras aplicações.

A propósito do seu lançamento falámos com o fotógrafo Joel Santos para saber como surgiu a ideia para fazer o FOTOpad.

“O que eu queria, e tem sido a norma em todos os livros que tenho feito para a editora Centro Atlântico, é criar algo absolutamente novo e inovador. No entanto, este livro é baseado num formato que a maioria das pessoas conhece, o Moleskine. Um caderno onde rapidamente podem fazer notas mas nós queríamos ir muito além disso, isto é, criar algo dedicado à Fotografia, algo que pudesse acompanhar todos que gostam desta arte, seja profissional ou amador, mas que não fosse apenas um bloco onde pudessem tirar apontamentos.

No caso do FOTOpad, o que acontece é que ele oferece 105 dicas ao longo das 160 páginas que possui. Para além disso, este tem uma série de outras secções. Por exemplo, no final aparece uma espécie de concentrado de conhecimento fotográfico. Aquele tipo de coisas que eu digo durante as viagens e os workshops, aquelas perguntas típicas que me fazem, como ‘o que é a abertura, o é que tudo isso faz na minha fotografia, o que é a velocidade e como é que eu posso usá-la para melhorar tecnica e esteticamente a minha imagem?’. Todo esse tipo de coisas que, em vez de estar explicado em seis, oito ou dez páginas está explicado em duas de forma muito clara.

Depois há também um espaço criado para determinado tipo de notas, já que, por exemplo é frequente eu ir fotografar e encontrar alguém que me interessa ou ficar num hotel que gostei e querer ter o contacto apontado. Aqui é o sítio ideal para o fazer e até têm um mapa de Portugal e do Mundo para poderem apontar coordenadas. Enfim… tudo pode ir parar ao livro. No fundo, tornámo-lo num caderno muito sobredotado ao nível da informação mas que, ao mesmo tempo, tem uma linguagem muito simples, muito directa e muito prática.

Depois há também uma particularidade, e agora respondendo à pergunta, ‘de onde veio a ideia?’ e pode até parecer estranho ao início, que é no livro não encontrarem uma única fotografia. Em vez disso, encontram ilustrações, porque a ideia é vocês criarem as vossas fotografias”.



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