“Decoding Annie Parker” (“O Gene Rosa”)

“O Gene Rosa”

“A minha vida era uma comédia só tive de aprender a rir”

“Decoding Annie Parker” (“O Gene Rosa” em português), antes de ser um filme é um retrato da vida de milhares de mulheres vítimas de cancro. Só em Portugal morrem mais de 40 mil pessoas por ano e a tendência é aumentar.

O filme é baseado nas histórias de Annie Parker (Samanta Morton), que heroicamente sobreviveu a três cancros e da geneticista, Marie Claire King (Helen Hunt), responsável pela descoberta do gene BRCA do cancro da mama, uma das maiores descobertas do século XX.

Depois de um processo de cinco anos esta longa-metragem realizada por Steven Bernstein ( “Monster”, “Like Water For Chocolate”) chega finalmente às salas de cinema. Em “Decoding Annie Parker” observamos a perseverança de uma mulher em combater o cancro, doença responsável pela morte de grande parte da sua família, a sua relação com o filho e marido (Aaron Paul de “Breaking Bad”), a cirurgia, a transformação do seu corpo e o sofrimento associado.

A actriz inglesa, Samantha Morton (“Através da Noite”, “Minority Report”) representa na medida certa alguém que não desiste mesmo contra todos os obstáculos e que com um espírito optimista consegue reconstruir a sua vida após cada batalha.

Em paralelo temos a história da geneticista Marie Claire King interpretada por Helen Hunt, uma mulher forte e determinada que desenvolve uma investigação científica para provar que o cancro da mama tem origem hereditária.

Apesar do filme abordar um tema dramático e com o qual muitos de nós nos identificamos, o realizador conseguiu equilibrar o drama com momentos de humor, que existem mesmo nas maiores tragédias humanas.



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