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Terminada a Open Beta de Battlefield 1 fica a vontade de jogar mais

“My centre is giving way, my right is in retreat, situation excellent. I attack.”
― Ferdinand Foch

A Open Beta de Battlefield 1, chegou ao fim. Durante uma semana, jogadores de todo o mundo, independentemente de terem feito pré-encomenda ou não do jogo, puderam experimentá-lo em toda a sua glória. Aqui no RDB, claro que não conseguimos dizer não à oportunidade de deixar um pouco de lado o impressionante Battlefield 4 ou as perigosas ruas de Hardline e voltar no tempo até à Primeira Guerra Mundial. O resultado das horas em que por lá passámos foi bastante satisfatório e a verdade é que, concluída esta fase Beta, fica o desejo de voltar ao deserto do Sinai (e conhecer os restantes mapas que farão parte do jogo final) para muitas mais horas de acção. De facto, o dia 21 de Outubro (13 se forem subscritores do EA Access) não podia estar mais longe. Não nos podemos adiantar muito mas aqui ficam as impressões desta fase beta de Battlefield 1.

Tal como mencionei, a acção desta fase Beta transportou-nos para a campanha no Médio Oriente, mais concretamente no deserto do Sinai, onde as forças do Império Britânico combateram as do Império Otomano. Com apenas dois modos de jogo para experimentar, arrebatador… É o mínimo que posso dizer do impressionante trabalho da DICE que do conforto do nosso lar nos permite fazer parte de um dos períodos mais marcantes da história mundial. O modo Rush continua a oferecer um desenrolar de eventos mais rápido, apesar de extremamente intenso, à medida que vamos capturando (ou perdendo) o controlo de pontos do cenário. Só que – e já tem vindo a ser assim desde que venho a acompanhar a série – foi no modo Conquest que Battlefield 1 se mostrou em toda a sua glória.

Suportando o impressionante leque de 64 jogadores, os membros de cada equipa correm desenfreados para assumirem as posições de defesa e contra-ataque que melhor se adequem à sua classe. De volta estão as classes de Assault, Support, Medic e Scout bem como a imprevisibilidade dos confrontos que impediram que alguma vez caísse na repetição. Diferentes equipas de jogadores denunciam outras tácticas e igualmente outras formas de abordar o incrivelmente detalhado cenário, com povoados altamente destrutíveis, montanhas e um vasto e amplo deserto onde a cobertura é praticamente nula. Tecnologicamente, esta foi a guerra mais divergente da história e felizmente, para nos defendermos, as opções são várias. Vamos andar a cavalo, de tanque, pilotar aviões movidos a hélices, empunhar espadas, baionetas e metralhadoras, enfim… Todo um vasto arsenal que teremos de saber explorar se quisermos afirmar a nossa posição no campo de batalha e ajudar os nossos companheiros de armas a alcançar a vitória.

Joguei sobretudo como Scout e fiquei extremamente satisfeito por poder desfrutar de uma enorme fluidez em termos de jogabilidade. Calcular um tiro cujo resultado é a derrota de um soldado inimigo (leia-se outro jogador) foi extremamente gratificante. Um facto que ajudou foi a possibilidade de desfrutar de todo o esplendor visual de Battlefield 1 em Ultra. Se o puderem fazer, não posso deixar de recomendar que o façam. Correr, ou andar a cavalo e observar outros confrontos a desenrolarem-se ao longo do cenário, por cima e ao nosso lado – aviões contra outros aviões, um perigoso e ameaçador comboio que avança sobre carris lá no horizonte na nossa direcção – é, uma vez mais, arrebatador, num misto de épico com o enorme respeito pelo horror que na realidade se viveu neste período. Graças ao seu enorme poder gráfico, aliado a uma qualidade de som irrepreensível, a DICE fez com que este seja para mim o Battlefield que mais antecipo desde a já velhinha saga de Bad Company.



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