Arte a preto e branco

A Universidade Católica Portuguesa, através da Escola das Artes, organiza o 1º Festival Audiovisual Black&White.

A Universidade Católica Portuguesa, – Centro Regional da Foz – através da Escola das Artes, organiza o 1º Festival Audiovisual Black&White nos dias 22, 23 e 24 de Abril de 2004, no Porto.

Este festival é realizado no âmbito da Licenciatura em Som e Imagem e congrega todas as obras a concurso, no âmbito do vídeo (sob a forma de documentários, ficção, animação e experimental), da fotografia e do áudio (nos formatos ficção, reportagem e experimental) que veiculem uma intenção estética, capaz de se manifestar, apenas, através do preto e branco.

Para além do Concurso de obras a preto e branco, o Festival promove ainda debates e conferências sobre temas relacionados com a estética inerente à comunicação artística a preto e branco em três dias completamente dedicados a esta forma de arte.

O certame contará ainda com conferencistas de várias escolas, nacionais e internacionais, de modo a confrontar perspectivas de culturas distintas. Serão também convidados artistas cuja obra seja relevante para a discussão de temas suscitados pelo binómio – O preto e o branco e as Novas Tecnologias.

Segundo Maria Lopes Cardoso, uma das responsáveis pela organização do festival, a ideia surgiu porque “existem vários festivais que integram a temática a preto e branco, mas nenhum que se dedique unicamente a esta vertente”.

Quando questionada sobre a força que o preto e branco ainda poderia ter numa sociedade dominada pela cor, Maria Lopes Cardoso respondeu que “continua a ter muita força e isso traduz-se nos números obtidos nas inscrições: concorreram mais de 200 obras provenientes de  17 países”.

O processo de pré-selecção é da responsabilidade da organização do Festival Black&White e estará concluído no dia 30 de Março.
O júri é composto por Calpurnio Pisón, desenhador, ilustrador, guionista e realizador de desenhos animados; Álvaro Barbosa, investigador e autor de projectos de expressão Sonora; Anna Maria Grill, que ensina Arte, Fotografia, Literatura e Teatro em Universidades de Opladen e Dusseldorf; João Paulo Menezes, professor de “Jornalismo Radiofónico” no ISLA/Gaia (juntamente com a cadeira “Estratégias da Comunicação”) e no Instituto Superior Miguel Torga/Coimbra; e por Luís Avellar, actualmente assessor da Direcção para a área de Formação, Novos Projectos e Controlo de Qualidade da NBP, o maior grupo de produção de conteúdos de ficção em Portugal.



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