Anabela Almeida, Cláudia Gaiolas e Sílvia Filipe queriam trabalhar sobre as Novas Cartas Portuguesas, mudaram para uma pesquisa dramatúrgica sobre o universo feminino que envolvia materiais como Medeia, Pussy Riot, Joana d’ Arc e Patti Smith, e acabaram por fazer um espetáculo feito na primeira pessoa do singular.
Escritas com cerca de 18 anos de diferença, “Terror e Miséria” de Brecht e “A Boda”, do jovem Bertolt, as duas peças deste dramaturgo alemão que podemos ver na 36ª Edição do Festival de Almada , continuam hoje a desafiar-nos.
O teatro estará cada vez mais político, mais comprometido? Um olhar rápido pelos 23 espetáculos nacionais e estrangeiros que de 4 a 18 de julho de 2019 vão fazer parte da 36ª edição do Festival de Almada lança-nos nessa pista.
A Matança Ritual de Gorge Mastromas, uma encenação de Tiago Guedes a partir do texto do dramaturgo britânico Dennis Kelly, chega à Sala Garrett do Teatro Nacional D. Maria II no dia 25 de maio, onde permanecerá em cena até 28 de junho.
Integrado no Festival dos Espaços de Artistas 2019, “undercover” de Sofia Marques Ferreira, decorre de 16 a 18 de maio, das 19 às 22 horas, na Rua Conde das Antas 53B em Campolide, Lisboa.
Despediu-se na primeira semana de abril, este espetáculo que juntou Carmen Santos, David Pereira Bastos, Joana Cotrim, Ana Sampaio e Maia, Rita Morais e Isac Graça, transformando num insólito espaço teatral o Estrelas de Vilhena, um pequeno café vizinho da monumental Culturgest.
Serralves, em parceria com o Museo Guggenheim Bilbao, apresenta entre 19 de fevereiro e 24 de junho de 2019 I’m Your Mirror, uma retrospetiva da obra de Joana Vasconcelos que assinala o seu regresso ao Museu onde expôs em 2000.