“Timão de Atenas”, no adeus a Benite

“Timão de Atenas”, de Shakespeare, que estreia a 20 de Dezembro, assim como “Tuning” de Rodrigo Francisco, as duas encenações de Joaquim Benite com que a Companhia de Teatro de Almada encerrou a temporada de 2012, são bem um programa da vida teatral deste singular homem de teatro: um enorme fascínio pelo grande teatro do mundo, um grande envolvimento e empenho com a escrita teatral de hoje


“Eu não sou bonita, eu sou o porco”

“Eu não sou bonita”, disse Angélica Liddell, “Eu sou o porco”, escreveu Paulo Castro. Foram estes materiais que deram a John Romão a possibilidade de dirigir Solange Freitas num trabalho a solo. Um trabalho sobre o desejo, sobre o corpo, sobre o poder. Tendo como pano de fundo o abuso sexual de menores. No Negócio da ZDB, até 29 de Dezembro



Um, Ninguém e Cem Mil

“Um, Ninguém e Cem Mil”, tragicomédia de Luigi Pirandello sobre o modo como nos multiplicamos uns diante dos outros, estreou em Lisboa, no Teatro Tivoli e irá passar pelo Rivoli no Porto nos dias 23 e 24 de Setembro.


A Festa na Comuna

“A Festa”, tragicomédia de Spiro Scimone em versão eléctrica, satírica, cheia de movimento de alegria, de ritmo, no Teatro da Comuna, até 26 de Junho. Uma encenação de Ricardo Neves-Neves, do Teatro do Eléctrico, que nasceu há vinte e cinco anos, o ano em que surge a Teatroesfera, a companhia que co-produz este espectáculo.



Luís Miguel Cintra

“Voltou-me uma curiosidade pela vida!”. Conversámos com Luís Miguel Cintra sobre o teatro, sobre a vida. Ele não abdica de querer utilizar a posição singular que tem na actividade teatral portuguesa para reflectir criticamente sobre o teatro.


Fingir a revolução que aí vem

Olhando para os nossos tempos, o Teatro da Cornucópia traz-nos um ciclo sobre o teatro e revolução. Depois de “Fim de Citação” e antes do “Balcão”, de Jean Genet, agora no palco do Teatro D. Maria II a “Cacatua Verde”, de Arthur Schnitzler, cuja acção se situa nos tempos da Revolução Francesa.



Fazer Quotidiano + Fazer Teatral + Fazer Performativo = 3D

“3D” da Mala Voadora, na procura de um entendimento sobre o real e a ficção, põe em equação o fazer quotidiano, o fazer dos actores e o fazer performativo de dois trabalhadores sexuais que se tornam no grande final que o espectáculo procurava.


O que esperar do senhor Samuel Beckett?

A nova produção do Espaço das Aguncheiras estreou no Teatro Mirita Casimiro, depois esteve em Sesimbra tendo já prevista, para o Verão, uma apresentação num espectáculo ao ar livre já no Espaço das Aguncheiras. A RDB foi ver e conversou com São José Lapa e Alberto Lopes, que dirigiram a criação do espectáculo.


RIP. Epitáfio para os finais felizes?

Será que o espectáculo que Francisco Camacho e Bruno Almeida trouxeram ao Festival Temps d’ Images, nos permite equacionar a hipótese de algumas das tendências mais experimentais da dança e das artes performativas se estarem a reconciliar com a comunicação?


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