A Festa na Comuna

“A Festa”, tragicomédia de Spiro Scimone em versão eléctrica, satírica, cheia de movimento de alegria, de ritmo, no Teatro da Comuna, até 26 de Junho. Uma encenação de Ricardo Neves-Neves, do Teatro do Eléctrico, que nasceu há vinte e cinco anos, o ano em que surge a Teatroesfera, a companhia que co-produz este espectáculo.



Luís Miguel Cintra

“Voltou-me uma curiosidade pela vida!”. Conversámos com Luís Miguel Cintra sobre o teatro, sobre a vida. Ele não abdica de querer utilizar a posição singular que tem na actividade teatral portuguesa para reflectir criticamente sobre o teatro.


Fingir a revolução que aí vem

Olhando para os nossos tempos, o Teatro da Cornucópia traz-nos um ciclo sobre o teatro e revolução. Depois de “Fim de Citação” e antes do “Balcão”, de Jean Genet, agora no palco do Teatro D. Maria II a “Cacatua Verde”, de Arthur Schnitzler, cuja acção se situa nos tempos da Revolução Francesa.



Fazer Quotidiano + Fazer Teatral + Fazer Performativo = 3D

“3D” da Mala Voadora, na procura de um entendimento sobre o real e a ficção, põe em equação o fazer quotidiano, o fazer dos actores e o fazer performativo de dois trabalhadores sexuais que se tornam no grande final que o espectáculo procurava.


O que esperar do senhor Samuel Beckett?

A nova produção do Espaço das Aguncheiras estreou no Teatro Mirita Casimiro, depois esteve em Sesimbra tendo já prevista, para o Verão, uma apresentação num espectáculo ao ar livre já no Espaço das Aguncheiras. A RDB foi ver e conversou com São José Lapa e Alberto Lopes, que dirigiram a criação do espectáculo.


RIP. Epitáfio para os finais felizes?

Será que o espectáculo que Francisco Camacho e Bruno Almeida trouxeram ao Festival Temps d’ Images, nos permite equacionar a hipótese de algumas das tendências mais experimentais da dança e das artes performativas se estarem a reconciliar com a comunicação?


“Que viagem é que foi a tua, Irene?”

“Blind Date” juntou Olga Roriz, Irene Lima e Cláudia Varejão e foi apresentado nos dias 12 e 13 de Novembro no Teatro São Luís, inserido no Festival Temps d’Images. De 8 a 10 de Novembro, o público pôde assistir ao processo de levantamento do espectáculo.


“E a tua ferida, onde está?”

“Fim de Citação” do Teatro da Cornucópia, traz-nos, em forma de espectáculo, uma viagem, uma reflexão sobre o teatro e sobre o trabalho deste colectivo que, desde há 37 anos, é tido como uma das mais importantes referências do teatro português contemporâneo.


Tratar do Tempo, Tratar de Nós

“Durações de um minuto”, de Clara Andermatt e Marco Martins, com textos de Gonçalo M. Tavares, em cena no Teatro São Luiz. Uma experiência densa, complexa, sobre o tempo que o tempo dura.


Festival Temps d’Images 2010

De 28 de Outubro a 21 de Novembro o Festival Temps d’Images, dedicado às artes performativas marca presença em espaços como CCB, Culturgest, Museu do Chiado, São Luís, Maria Matos e Cinemateca. A RDB irá acompanhar.


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