Vinte e um espectáculos serão apresentados entre 2 a 25 de Julho, numa rede de espaços que integra, em Almada o Teatro Municipal Joaquim Benite (Sala Principal e Experimental), o Auditório Fernando Lopes Graça do Fórum Municipal Romeu Correia, o Salão de Festas da Incrivel Almadense, o Auditório Osvaldo Azinheira no Cine-Teatro Academia Almadense e o Teatro-Estúdio António Assunção. Em Lisboa o Festival estará no TNDM II e o CCB.
Artigos de: Joaquim Paulo Nogueira
“Hipólito”, de Eurípedes, que abriu o 38º Festival de Teatro de Almada, criado a partir de um texto com mais de dois mil e quinhentos anos, parece intensificar o desdobramento da abordagem do feminino que é realizado em diferentes espetáculos apresentados no festival.
Na programação do Festival de Almada de 2021, sobressai uma dramaturgia portuguesa contemporânea que, de múltiplas perspetivas, e com diferentes vozes, dedica um investimento especial à experiência colonial portuguesa.
Esteve por um fio, mas naquilo que também pode ser entendido como uma celebração e homenagem à enorme capacidade de resistência da fundadora do FIAR, Dolores de Matos, o FIAR vai agitar Palmela no último fim de semana de julho. Instalações, animação e performances um pouco por todo o lado, ruas, largos, igrejas, cineteatro, incluindo paredes e fachadas dos edifícios.
Três dias para a performance, a dança, o teatro, o circo e as artes de rua em Palmela
Anabela Almeida, Cláudia Gaiolas e Sílvia Filipe queriam trabalhar sobre as Novas Cartas Portuguesas, mudaram para uma pesquisa dramatúrgica sobre o universo feminino que envolvia materiais como Medeia, Pussy Riot, Joana d’ Arc e Patti Smith, e acabaram por fazer um espetáculo feito na primeira pessoa do singular.
Escritas com cerca de 18 anos de diferença, “Terror e Miséria” de Brecht e “A Boda”, do jovem Bertolt, as duas peças deste dramaturgo alemão que podemos ver na 36ª Edição do Festival de Almada , continuam hoje a desafiar-nos.
O teatro estará cada vez mais político, mais comprometido? Um olhar rápido pelos 23 espetáculos nacionais e estrangeiros que de 4 a 18 de julho de 2019 vão fazer parte da 36ª edição do Festival de Almada lança-nos nessa pista.
Despediu-se na primeira semana de abril, este espetáculo que juntou Carmen Santos, David Pereira Bastos, Joana Cotrim, Ana Sampaio e Maia, Rita Morais e Isac Graça, transformando num insólito espaço teatral o Estrelas de Vilhena, um pequeno café vizinho da monumental Culturgest.
Já começou a 35 ª Edição do Festival de Almada. Esta frase traz uma inevitável tranquilidade às nossas vidas, o deambular de 4 a 18 de Julho pelas esplanadas da Escola António da Costa, mais do que o tempo e as cerejas, anuncia o Verão àquela comunidade que depende do teatro para perceber melhor a sua vida. No entanto este ano, um ano horrível para o teatro em Portugal, o Festival esteve por um fio.
“O afeto entre um programador e um artista é uma coisa muito complexa e forte”
Começa hoje o Alkântara, festival que ao longo de quinze edições ( e vinte e cinco anos, os primeiros como Festival Danças na Cidade) conquistou um lugar central nas artes performativas, sendo o mais importante acontecimento nacional nesta área. Até 9 de Junho espectáculos, concertos, festas, encontros com artistas, exposições e debates.