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Crato

A vila.

Numa terra distante dos centro urbanos, encontramos a Vila do Crato (sé de município), distando aproximadamente 22 quilómetros a Oeste de Portalegre.

Depois de andarmos quilómetros sem ver uma única casa, eis que aparece o nosso destino, e de forma imediata sabemos onde é o Campo 1º Maio – uma vez que este se situa mesmo no coração da vila, é o jardim/praça da terra.

Com traços típicos de vila alentejana, apesar de quase todos os edifícios serem de dois pisos, predomina a cor branca, com pilastras, socos e cantarias pintadas a ocre e pedra. As ruas são cobertas com paralelos, excepto as ruas principais que são de asfalto. A vila do Crato esta dividida em duas zonas distintas, a zona “velha” e a zona das construções recentes – na zona “Velha” encontramos a predominância dos edifícios de pedra, com ruas pouco largas, quase como se fossemos transportados para uma época medieval, mas com mais asseio, os edifícios tem a pedra trabalhada e desenvolve-se na zona morfológica de plano inclinado a poente. Aqui podemos encontrar os serviços camarários, a biblioteca, o museu e a igreja principal da vila.

A zona nova esta implantada numa área plana, acima da anterior a Nascente, onde predomina o branco e ocre. Aqui podemos encontrar quase todos os edifícios de serviços, tais como mini-mercado, gasolineira, cafés, bombeiros e um dos edifícios mais relevantes para a estrutura cultural da vila – Associação Filarmónica – e um pouco mais distante deste encontramos o praça de Touros. Se andarmos mais um pouco em direcção a Norte, encontramos os edifícios mais recentes, piscinas e campo de futebol (com condições que deixam inveja a muitos outros municípios do país). Ou seja, uma vila tipicamente alentejana com referências ribatejanas e beirãs.

Não cingindo só à vila, podemos encontrar outras pérolas da região e do país. Neste concelho podemos encontrar mais de 70 antas, duas das quais monumentos nacionais; a Anta do Tapão e a Anta do Crato, a ponte romana e o seu moinho de água.

Os habitantes, como em muitas zonas do país, apresentam uma idade avançada, com uma grande abertura de espírito (talvez já habituados às “invasões” de multidões para o festival). Povo simpático e divertido, que tenta ajudar quem chega, no que pode.

Vila a visitar, mesmo que não exista festival, com muitos locais com História para ver, artesanato para comprar e gastronomia para provar, este são uns dos pontos fortes do concelho.



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