Nathan Fake

O jovem músico inglês actua no Lux dia 12 de Janeiro.

Nascido em Norfolk, Inglaterra, estuda actualmente Produção Musical no College of Art and Design de Reading e, com apenas 22 anos, tornou-se, ao longo dos últimos 2 anos, num dos nomes mais falados no background da música electrónica.

À semelhança de John Dahlbäck, este parece ser um exemplo de como a idade não constitui uma barreira quando existe qualidade. Esta precocidade talvez seja explicada pela cada vez maior facilidade de acesso a meios técnicos que possibilitam a criação electrónica, mas deixar marca é algo que não está ao alcance de todos.

Ser ouvido no momento certo pela pessoa certa é essencial e isso verificou-se em 2003 quando lhe foi dada a oportunidade por James Holden (através da sua editora Border Comunity) de lançar o 12” Outhouse. A sorte de principiante ou o Fluke, como gosta de afirmar, manteve-se um ano depois, com “The Sky was Pink” (12”), passando aí de esperança a confirmação; editando “Watlington Street EP” pela americana Saw Recordings acaba por entrar no catálogo da prestigiada Traum em 2005 com o EP “Dínamo”.

Lisboa vai ser ponto de paragem depois de passagens no festival “I Love Techno” (Ghent) e na noite “Bugged Out” do club The End, em Londres. Raramente actuando como DJ, actividade que reserva para um nível mais lúdico, trará consigo o seu fiel Laptop que, juntamente com o teclado, constitui a base de toda a sua criação.

Sonoridades de espectro minimal, mas com potencial explosivo é o que se pode esperar da actuação de Fake, pois a acalmia de certos temas – como a recente edição de uma versão da natalícia «Silent Night» (7”) – pode ser bem  enganadora.



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