Não foi o final desejado para um festival que não teve claramente a sua edição mais memorável, pese embora se contem vários concertos, espalhados por todos os palcos, que nos encheram as medidas ao longo dos três dias.
Artigos de: José Eduardo Real
O dia de maior enchente e repleto de hip-hop
O palco secundário do SBSR foi decididamente a nossa praia na Quinta-feira.
Um dia com o vencedor anunciado e um final atribulado.
No segundo dia os principais destaques vão para os The National e para os Queens of the Stone Age, com os segundos a vencerem pelo voto popular.
No primeiro dia, os destaques vão para os concertos de Wolf Alice, Nine Inch Nails e Arctic Monkeys.
Organização convidou meios de comunicação para conhecerem o espaço e as novidades
O movimento Classical Waves encaminhou até ao anfiteatro do Tivoli um par de estimulantes compositores, que se inserem essencialmente na chamada música neo-clássica.
Chegámos até Sábado passando pelos pingos da chuva, mas à terceira foi de vez e os prognósticos de precipitação acertaram em pleno. Nada que amedrontasse os melómanos que continuaram a rumar em barda ao Parque da Cidade, devidamente apetrechados para o pior dos cenários meteorológicos.
Se no primeiro dia fomos abençoados pela paragem da chuva, na Sexta-feira, praticamente à mesma hora, irrompeu o tão desejado sol, que atribui novas cores ao cenário proporcionado pelo sempre impressionante Parque da Cidade.
Dando razão à previsão meteorológica, a manhã de Quinta-feira no Porto foi continuamente chuvosa, ainda que a intensidade não extravasasse. O cenário era tão cinzento que mal sentíamos estar a escassas horas de mais um NOS Primavera Sound, dono de um suculento cartaz para nosso inteiro gáudio.
O grupo de Coimbra passou por Lisboa no fim-de-semana passado em negócios, trazendo a sua última colecção de canções para promoção, sob o título “Local Affairs”.