Diários da Bósnia

O documentário de Joaquim Sapinho estreia a 13 de Julho.

Depois de “Mulher Polícia” e “Corte de Cabelo”, “Diários da Bósnia” é a terceira longa-metragem da carreira de Joaquim Sapinho. Produzido pela Rosa Filmes, o documentário já foi exibido em diversos festivais no estrangeiro, tendo estreado na 10ª edição do Festival Internacional de Cinema de Pusan, na Coreia do Sul. Em Portugal, “Diários da Bósnia” será o primeiro documentário português a ser distribuído em salas Lusomundo e tem estreia marcada para dia 13 de Julho. A rua de baixo tem alguns convites para a antestreia de Lisboa.

“Diários da Bósnia” é um documentário que retrata duas viagens que o realizador efectuou àquele país após o final da Guerra, a primeira em Junho de 1996 e a segunda em Janeiro de 1998.”

Fiquem com a sinopse:

“O realizador foi à Bósnia quando a guerra acabou, em 1996, e estavam a ser implementados os acordos de Dayton. A Bósnia foi dividida em duas entidades, que separavam os dois principais opositores do conflito: Os Bósnios Sérvios e os Bósnios Muçulmanos.

Dois anos depois, em 1998, voltou à Bósnia…

O filme é o diário destas duas viagens, em que se confrontou com as memórias da guerra, com a morte e com a destruição e com a sobrevivência das vítimas que não sabem como voltar para casa.”

“Diários da Bósnia” é um filme onde o silêncio fala mais alto que a palavra. As imagens de uma cidade completamente destruída, que outrora tinha sido um dos pontos de referencia da Europa de Leste, são bastantes reveladoras dos efeitos do cerco em que a cidade esteve mergulhada durante a guerra. Mais do que um documentário de “guerra”, o filme de Joaquim Sapinho é profundamente humano e denso. Uma visão que pode ter passado “ao lado” de muitos portugueses.”

Na próxima edição da rua de baixo contamos publicar uma entrevista exclusiva com Joaquim Sapinho onde iremos tentar perceber um pouco melhor as suas motivações para a realização deste filme.



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