“Este país é uma anedota”

“Este país é uma anedota”

Reciclar e dar de novo

Em tempos incertos, quando o céu ameaça tornar-se cinzento e as nuvens aumentam de volume prontas a dar um tremendo duche a quem se atreva a sair de casa, nada melhor do que abraçar uma das velhas máximas transmitidas de geração em geração: rir é o melhor remédio.

Numa altura em que Portugal se prepara para abandonar o hemisfério Troika mais limpinho do que um bebé escoltado por uma embalagem de dodots, “Este país é uma anedota” (Arte Plura, 2014) recupera o anedotário tradicional e aplica-o à crise, à saúde, à justiça, aos transportes, ao emprego, à educação, ao futebol, ao fado e a outras pequenas-grandes tragédias dadas à portugalidade.

“Este país é uma anedota”

Não faltam os alentejanos, os advogados, o Joãozinho ou um português às voltas com franceses, ingleses e tudo o que venha de fora, em mais de 300 anedotas que ficarão sempre bem à mesa de refeições ou numa outra circunstância onde a palavra de ordem seja animar as hostes ou quebrar o gelo.



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