Stockmarket 6

Mercado de escoamento de stocks. Dia 26 e 27 de Novembro em Lisboa e no Porto. Entrevista com Carla Sousa, a mentora do projecto.

Se, nas primeiras edições, o Stockmarket parecia ser só mais um “mero” mercado de roupa, rapidamente se transformou num enorme sucesso. A premissa é simples: roupa e acessórios de marca a preços acessíveis. Seja pela crise permanente em que vivemos, seja pelo espírito consumista dos portugueses, a verdade é que milhares de pessoas visitam o Stockmarket à procura de alguma coisa especial. A próxima romaria está marcada para dias 26 e 27 de Novembro em Lisboa (Docapesca em Algés) e no Porto (Edifício da Alfândega).

Em todas as edições deste mercado existe a preocupação da organização de melhorar as condições de quem visita a feira. Nesta sexta edição, para além de todos os stands “de perder a cabeça”, os visitantes podem relaxar num espaço Lounge bastante melhorado, onde se encontra um bar/cafetaria, para fazer uma pausa entre as compras.

A ideia principal deste mercado é o escoamento dos stocks. As lojas representadas apresentam os seus produtos de colecções anteriores a preços reduzidos e extremamente atractivos. Podem encontrar marcas como a Diesel, Gucci, YSL, Dolce & Gabanna, Prada ou Custo Barcelona, a preços muito inferiores àqueles que estão disponíveis nas lojas.

Para além da roupa, também podem encontrar diversos acessórios, mobílias e objectos de decoração.

A rua de baixo esteve à conversa com Carla Sousa, a mentora do projecto, que amavelmente nos respondeu a algumas perguntas.

RDB: Como começou o StockMarket?

Carla Sousa: O Stockmarket resultou na solução de uma questão que os comerciantes têm sempre: escoar stock de colecções passadas. Implantámos uma fórmula para que as empresas pudessem escoar esse stock, beneficiando na realização de capital perdido, no aumento de espaço no armazém e na divulgação do seu espaço/marcas a milhares de pessoas durante 2 únicos dias.

RDB: Foi difícil encontrar apoios e lojas disponíveis?

CS: É mais difícil a selecção das lojas interessadas, visto que não existe espaço suficiente para todas participarem num mercado que já é famoso pela sua qualidade e quantidade de visitantes. Os apoios têm havido, sem dúvida, porque a adesão do público é enorme.

RDB: Como tem visto o crescimento do evento? A crise económica generalizada ajuda o crescimento deste tipo de feiras?

CS: O Stockmarket é um mercado com uma vertente social e cultural acentuada, com uma capacidade de inovar a cada edição, uma exigência na qualidade e diversidade dos artigos nacionais e estrangeiros apresentados e, o cerne da questão, com preços bastante atractivos. Quando existe baixo poder de compra as famílias tendem a gerir com mais cuidado os seus orçamentos, procurando uma melhor oferta de preços. É um evento com uma complexa organização por trás e tem uma imagem de marca que já está bem divulgada. O aparecimento de más cópias deste conceito prejudica e banaliza um conceito original que resiste num mercado saturado de Outlet e centros comerciais, grandes concorrentes do comércio tradicional.

RDB: Já pensaram em ter stands das próprias marcas e não só lojas?

CS: Depende se existe no Stockmarket lojistas com bastante stock dessas marcas. Queremos evitar concorrência desleal de preços dentro do nosso mercado, entre representante e retalhista, portanto faríamos sempre uma ponte entre ambos para que haja um acordo em relação aos preços praticados. O conceito do Stockmarket é principalmente o de ajudar o pequeno comércio de rua, daí a pouca presença de representantes directos das marcas.

RDB: Quais as maiores novidades desta 6ª edição do Stockmarket?

CS: Gostaríamos de surpreendê-los, mas podem saber sobre algumas novidades no nosso site www.stockmarketshow.com.

RDB: Quais as ambições futuras da organização? Alargar a outras cidades?

CS: O principal objectivo da Banzai, empresa responsável pela organização do Stockmarket, é expandir a nível Nacional e Internacional.

RDB: Ter ainda mais lojas e marcas?

CS: Isso só acontecerá se abrirem mais espaços com marcas de qualidade em Portugal.

A feira está aberta das 12h às 22h no Sábado (dia 26 de Novembro) e das 12h às 20h no Domingo (27 de Novembro). A entrada custa 3€.

Aproveitem. Boas compras!



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