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Typographic Ballet

Bringing back amazing.

O MADE é um local extraordinário no coração de Berlim – um espaço de criação, onde as ideias ganham vida de uma forma excepcional.

O MADE funciona como uma plataforma para artistas de todas as esferas da criação. Desde arte contemporânea, música, cinema, dança e design, um hub para a criatividade no seu melhor. Idealizado por TadiROCK, Philip Gaedicke, Nico Zeh e Luise Biesalski, o espaço serve de homebase para criativos que procuram empurrar os limites das suas visões e talentos. No MADE tudo é flexível, desde o mobiliário leve e mutável, às ideias dos criativos que o povoam.

Localizado no 9 º andar de um edifício da Alexanderplatz, uma das praças mais populares da cidade, oferece uma das vistas mais deslumbrantes sobre Berlim e convida os que o visitam a serem inspirados.

Este Outono, o Made inaugurou um projecto único. “Everything happens for a reason. And I think that this was meant to be”, afirma Nico Zeh, um dos criadores do MADE.

Após quatro meses de trabalho, que, nas palavras dos organizadores foram “sinómimo de quatro meses de aprendizagem, suor, stress, e até algumas lágrimas, mas também de bons tempos, risos e momentos bonitos”, o grupo criativo estava finalmente pronto para apresentar uma das suas propostas mais ousadas: duas orquestras criadas pelo artista tipográfico norte-americano Ebon Heath: Typographic Ballet.

Estas eram orquestras com quatro actos, dançadas por artistas vestidos por esculturas de palavras – um desafio ímpar. “As palavras representam ideias, e estas ideias são ligadas em peças de vestuário escultural único”, afirmava Ebon Heath.

O tipógrafo não criou o projecto monstro por si mesmo. Teve ao seu lado,  desde o início, um exército de colaboradores prontos: desde designers, passando por coreógrafos, mc’s, jornalistas e compositores, até vários voluntários para trabalhos manuais.

Foram criadas quatro bodysculptures, ou esculturas cinéticas,  preenchidas por conteúdos formulados por, nada mais nada menos do que a jornalista alemã Tita von Hardenberg, Brooklyn’s finest mc Talib Kweli, a poeta iraniana Forough Farrokhzad, a vocalista

Parvin Namazi, o cantor e compositor Max Herre e o produtor Kevin Rittberger.

Ebon Heath vive e trabalha, actualmente, entre Berlim e Brooklyn.

Licenciou-se em Design Gráfico na Rhode Island School of Design em 1994 e fundou o estúdio (((stereo.type))) no mesmo ano, uma empresa de design, especializada em embalagens de música, distribuição de revistas e publicidade de moda.

Os seus clientes vão desde os pioneiros da moda urbana Triplo 5 Soul, passando pela Bad Boy Records até revistas independentes, instituições culturais e promoções como a campanha para a NYC Nike Swoosh.

Ebon Heath foi posteriormente co-fundador da Cell Out, em 2003, uma consultoria que desenvolve estratégias de emissão com base em meios de comunicação para organizações sem fins lucrativos, ONGs e diversas marcas.

Além disso, as suas obras de arte têm sido apresentadas internacionalmente, e em  instalações da (((stereo.type))).

Actualmente, está ainda a desenvolver uma colecção de jóias (lançada no Dubai no Verão de 2009) e móveis para a casa feitos a partir da tipografia.

Ebon Heath é ainda professor visitante de design gráfico na Lehman College, no Bronx (NYC) e  director de arte da Mindpirates Berlin.

Pelo seu currículo, podemos constatar que o artista não dorme, mas, como diz, tenta viver os seus sonhos a cada dia: “Bringing back amazing. Being independent. Being free. Doing the fuck you wanna do. Making dreams come true! This is what this is all about”.



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