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Furacão Grace Jones

A música depois da tempestade.

Na já longa carreira musical de Grace Jones, que começou em 1977, com o álbum “Portfolio”, o ano de 2008 foi uma data histórica. Depois de 19 anos sem editar um álbum de originais surge, em Novembro, o muito aguardado novo álbum – “Hurricane”. O fim de um processo de criação/produção de alguns anos, com as colaborações Sly & Robbie (parceiros de Grace de longa data), de Brian Eno, Tricky e de Ivor Guest, entre outros.

É pela mão de Ivor Guest que, agora em Setembro de 2011, volta a surgir “Hurricane” nos mercados. Esta reedição está disponível em 2 CDs ou em duplo vinil. No primeiro CD encontramos o álbum propriamente dito, e no segundo vamos encontrar as novas versões Dub, produzidas por Ivor Guest, de todos os temas do álbum.

Para aqueles menos familiarizados, as sonoridades Dub tiveram origem na ilha de onde Grace Jones é originária – a Jamaica. É pois um descendente do Reggae, mas distingue-se por ser muito mais instrumental e banhado em efeitos sonoros, como echoes, delays, reverbs. Salvo algumas excepções, quase não encontramos vozes em faixas Dub, ou então encontramos pequenos trechos que são como que um sample repetido em loop ou passado por efeitos sonoros.

2011 vê então ressurgir o trabalho de Grace Jones ligado à estética Dub. O disco é composto por dez faixas, em que Ivor Guest reinterpreta todos os temas de “Hurricane”. Uma excelente oportunidade para redescobrir os temas com uma nova roupagem sónica. Música para sentir nuns bons headphones: o baixo, a bateria, a voz de Grace e todos aqueles efeitos que nos mergulham em sentimentos relaxados, como se estivéssemos numa praia de águas quentes nas Caraíbas.

Grace Jones continua, 34 anos depois, a ser… Grace Jones.



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