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“Girls are pretty”

Estreia mundial na RDB. Conversa com a produtora Inês de Castro

“Girls are pretty” é um projecto do realizador Pedro Santasmarinas, da produtora e também actriz Inês de Castro, de Daniel Mota e Filipa Gomes. A RDB apresenta, em exclusivo, a primeira parte desta curta. Para conhecer melhor o projecto colocámos algumas perguntas a Inês de Castro.

Quem é a Inês de Castro? De onde vens e para onde vais?

Sou fotógrafa, residente no Porto. Licenciei-me recentemente em Artes Visuais:Fotografia, na ESAP (Escola Superior Artística do Porto).

Tenho uma enorme paixão pelo cinema, e a curta-metragem “Girls are Pretty” é a primeira em que estou envolvida como produtora, e está a ser uma experiência bastante enriquecedora.

Para onde vou, não sei, mas sou uma pessoa ambiciosa que tem a cabeça cheia de ideias para novos projectos. Vou trabalhar para que daqui a uns anos a pergunta, reformulada, seja “como chegaste aqui?”.

Como surgiu a ideia para “Girls are pretty”?

A ideia surgiu através da música previamente composta pelo Daniel Mota, compositor, ficando posteriormente intitulada “Girls are Pretty”, o nome da curta-metragem. O conceito do filme foi introduzido pelo realizador Pedro Santasmarinas, que já tinha a música na sua posse há algum tempo, e que inclusive a reproduziu 513 vezes na sua playlist do itunes no espaço de uma semana.

Após a ideia inicial, reunimo-nos e desenvolvemos em conjunto o projecto.

Quem são os teus cúmplices?

Eu e o Realizador, Pedro Santasmarinas, somos cúmplices um do outro, e por sua vez o Daniel Mota era já cúmplice do Pedro Santasmarinas e a Filipa Gomes cúmplice do Daniel Mota. É ,portanto, uma pequena equipa de cúmplices.

É uma homenagem às raparigas em geral ou às do Norte em especial?

As raparigas são efectivamente do Norte, contudo funciona como uma homenagem às raparigas em geral.

A junção de cada uma das raparigas com o espaço físico em que se encontram pretende mostrar um ambiente que lhes é natural, fazendo com que o espectador tenha acesso a um momento de intimidade sentido por cada uma delas. Com isto, qualquer pessoa se pode identificar com o que o vídeo pretende transmitir.

E os rapazes não são bonitos?

Claro que são! Eu e o Pedro chegámos a falar na hipótese de fazer um “Boys are cool”(risos).

A verdade é que o conceito de beleza no “Girls are Pretty” não se limita só à aparência das raparigas, está também presente no momento que partilham.

Esta curta está dividida em três partes. Porquê?

Tudo tem um principio, um meio e um fim. No primeiro capítulo ficaram coisas por mostrar e sítios por explorar, um dos motivos para dividirmos o “Girls are Pretty” em três partes.

Quando serão disponibilizadas as outras partes?

De momento estamos em fase de produção do segundo capítulo e já em pré-produção do terceiro. Nos próximos dois capítulos, iremos também apostar em novos procedimentos técnicos. A nível de prazos, não existe uma data concreta. No entanto não nos queremos alargar muito.

Este projecto é a semente de algo que pretendem alcançar?

Penso que todos nós temos diferentes objectivos, apesar de nos termos juntado para este filme. No entanto, sim, o “Girls are Pretty” é uma pequena porção daquilo que pretendemos alcançar. Esperemos que tenha visibilidade e que nos abra portas para outro tipo de projectos.



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