“Um urso chamado Paddington” | Michael Bond

“Um urso chamado Paddington” | Michael Bond

É bom ter um urso em casa

Um simples urso de peluche abandonado foi a inspiração certa para 14 novelas, vários livros ilustrados e muitos outros projetos, que abrangem os brinquedos, uma série de televisão de grande sucesso e, proximamente, o cinema. O protagonista é sempre o mesmo: o ursinho Paddington, atravessando gerações de crianças desde 1958.

Um urso chamado Paddington – a aventura do urso que nasceu no Peru” (Editorial Presença, 2014) é o primeiro livro com o famoso ursinho de peluche criado por Michael Bond. O escritor inglês, nascido em 1926, foi condecorado com a Ordem do Império Britânico, em 1997, pelo seu papel primordial na literatura infantil, uma espécie de agradecimento por um serviço sem contabilização possível prestado a crianças e adultos, geração após geração.

Os livros de Michael Bond – e em particular o Urso Paddington – são um clássico da literatura para gente jovem, tendo merecido uma adaptação à televisão e a tradução em cerca de 40 línguas. Um pouco por todo o mundo, são mais de 35 milhões de exemplares que encantam leitores de várias idades e que passam de pais para filhos, de avós para netos, numa passagem de um testemunho de ternura e encanto.

Nesta primeira aventura conhecemos Mr. e Mrs. Brown que, na estação ferroviária de Paddington, em Londres, esperavam a filha Judy que regressava a casa para as férias escolares. Contudo, encontram também o ursinho acabado de chegar do Peru, depois de ter morado num lar de ursos aposentados. A etiqueta da sua mala dizia: “Por favor, tomem conta deste urso, obrigada”; o casal não resistiu e levou consigo o simpático viajante. Porém, nunca iriam adivinhar como até as mais pequenas coisas se tornam extraordinárias quando entra em casa um ursinho que não é um ursinho qualquer.



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