Zoo York

O movimento feito marca em análise na RDB.

A cultura urbana é rica nestes movimentos. Não é o primeiro caso de sucesso que apresentamos, certamente não será o último, de marcas que emergem do âmago de uma cultura vista como marginal e se dão a conhecer a um público mais vasto. O caso de que falamos é a Zoo York.

A Zoo York, “o”, uma vez que se trata do movimento, começou no final da década de 70 com um grupo de artistas de graffiti e skateboarders conhecidos como “Soul Artists of Zoo York” em… certo, Nova Iorque. O objectivo do grupo era explorar ao máximo a cidade, utilizando tábuas de skate, latas de aerossóis e a exploração ao máximo do mote carpe diem. Começando no Riverside Park, na parte alta de Manhattan, este grupo conseguiu criar uma “cena”, que acabou por se espalhar um pouco por todo o lado.

Naturalmente, a própria evolução do movimento teve a necessidade de uma organização mais consistente, o que levou a que Rodney Smith se juntasse a Bruno Musso e originasse a Shut Skateboards, em 1986. O primeiro modelo de grande sucesso foi dedicado aos Soul Artists, juntamente com Shut Shark e Jeremy Henderson.

Mas é apenas em 1991 que se ouvem rumores acerca da Zoo York, com o encerramento da Shut Skateboards. Rodney junta-se ao designer Eli Morgan Gessner e a Adam Schatz e transforma, dois anos mais tarde, o movimento numa marca. Na verdade, a Zoo York funciona mais como uma família, incluindo artistas de graffiti, talentos de skate, BMX, motocross, bem como todos os desportos que envolvam uma “tábua”.

Quanto aos produtos comercializados, propriamente ditos, estendem-se pelas pranchas de skate, bicicletas, bem como roupa e acessórios para homem e mulher que agradam tanto aos praticantes de desportos de acção, como aos adeptos de um estilo mais relaxado e urbano.

O calçado é um dos sectores em que a marca mais aposta, afirmando que os ténis para skaters são “inquebráveis”. As linhas dividem-se então em duas categorias: Core Skate e Street Lifestyle, sendo que os primeiros são dedicados aos praticantes do desporto e os últimos para aqueles que têm a atitude, mas não a tábua.



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