“a sul”

O festival internacional de dança contemporânea “a sul” realiza-se entre os dias 15 de Setembro e 13 de Outubro em distintas salas das cidades de Faro, Loulé, Lagos, Lagoa, Vila Real de St.º António e Lisboa. Na sua 10ª edição, tem como país convidado o Japão.

A edição deste ano do festival internacional de dança contemporânea conta com a apresentação de 12 espectáculos, sendo 3 deles de origem portuguesa e a grande parte estreias absolutas em Portugal. Pelo segundo ano consecutivo o “a sul” é recebido na capital portuguesa, desta feita no Teatro Taborda e no Teatro da Comuna, possibilitando uma maior visibilidade do festival.

Do extenso programa propost,o destaque para o espectáculo “Pollen Revolution”, um solo impressionante coreografado e interpretado por Akira Kasai, um dos mais notáveis executantes do butoh. Esta é uma forma de expressão nascida na década de sessenta durante o pós-guerra no Japão, que vem retomar antigas técnicas de dança ocidental. “Pollen Revolution” é uma das estreias que o “a sul” traz a Portugal a 19 de Setembro, no Teatro Taborda, em Lisboa, e a 22 de Setembro, no Teatro das Figuras, em Faro.

Kaminari-Trovão é interpretado pela companhia portuguesas KAMU SUNA Ballet Company, fundada já este ano pelo Primeiro bailarino e Coreógrafo do Ballet Gulbenkian César Augusto Moniz. Este espectáculo teve a sua estreia em Abril deste ano e trata-se de um trabalho baseado nos últimos 10 anos de encontros que César Augusto Moniz viveu entre o ocidente e o oriente.

Mas nem só de espectáculos vive o “a sul”. O público terá também oportunidade de aprofundar os seus conhecimentos da dança nipónica através do workshop de Butoh dirigido por Ikuya Sakurai que se realiza de 2 a 7 de Outubro, em Faro.

Em 1994 o festival internacional de dança contemporânea “a sul” nasceu com o objectivo de difundir a dança contemporânea portuguesa e de outros países cultural e geograficamente “vizinhos” do nosso.

Após um período de maturação, e a partir da 7ª edição, o “a sul” pretendeu divulgar, junto do público português, a dança contemporânea de países cuja produção é pouco conhecida entre nós. Assim, depois dos países do leste da Europa, da Argentina e numa mesma edição do Chipre, Grécia e Turquia a escolha recaiu, em 2006, na dança contemporânea nipónica.

Para ter acesso a todas as informações relativamente ao programa de espectáculos, seus locais de apresentação e horários deve ser contactada a no Fundo do Fundo, associação de actividades culturais responsável pela organização do “a sul”.



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