O regresso de Shakespeare às ruínas do Convento do Carmo.
Um acontecimento teatral site-specific, enquanto deambula pela cidade traz-nos quatro histórias que têm Lisboa como cenário. Saindo do Ocean Lounge em Alcântara, o seu percurso passa por Alcântara, Basílica da Estrela, Parque Eduardo VII, Graça e Cais do Sodré com regresso ao ponto de partida.
O regresso de Um Gajo nunca mais é a mesma coisa, aos palcos da Sala Experimental do Teatro Municipal Joaquim Benite traz também um ciclo de conversas sobre a guerra colonial.
Nos últimos dias de julho entrevistámos Rodrigo Francisco. O director do Festival de Teatro de Almada deu a vez ao autor e encenador de “Um gajo não é a mesma coisa” para uma conversa onde o teatro e a guerra colonial se misturaram.
Para quem não viu ou continua excitado por voltar a ver, tem dois dias para tal no Auditório Fernando Lopes Graça em Cascais.
Tendo como pretexto a Viagem a Portugal de José Saramago, e partindo de umas peças de lego e de umas fotos encontradas no lixo, o Teatro do Vestido constrói um objecto de uma extrema sensibilidade teatral, usando uma linguagem poética onde ressoam Sophia, José Mário Branco e o próprio Saramago.
Luís Vicente, actor, encenador e director da Acta- Companhaia de Teatro do Algarve, é o protagonista de “Um gajo nunca mais é a mesma coisa”, o texto de Rodrigo Francisco.
Conversámos com Pedro Hossi, um pouco antes de mais uma sessão de “Uma Noite na Lua”, no Estúdio Time Out, em Lisboa.