Festival de Almada

De 4 a 18 de Julho, Almada acolhe 76 representações do melhor que se faz no Teatro nacional e internacional.

A peculiar apresentação da 23ª edição do Festival de Almada deu-se a bordo do cacilheiro S.Paulus. Na altura, Joaquim Benite, director da Companhia de Teatro de Almada e principal responsável pela organização do festival destacou o ciclo sobre Samuel Becket. Mas esta edição não se cinge a esta retrospectiva. Ao todo, 25 produções (12 estrangeiras e 13 portuguesas), três estreias e um total de 76 representações completam o certame. Entre 4 e 18 de Julho.

O festival divide-se por diversos espaços de Almada e Lisboa: Novo Teatro Municipal de Almada, Teatro Municipal antigo, Fórum Romeu Correia, Escola D. António da Costa, Casa da Cerca, Teatro D. Maria II, Centro Cultural de Belém, Teatro Municipal de S. Luiz, Culturgest e Teatro do Bairro Alto (cornucópia). Além das naturais representações, homenageia-se o Observatório das Actividades Culturais.

Uma das novidades do certame dá-se com a primeira encenação estrangeira, em checo, da peça “Guerras do Alecrim e Manjerona”, do dramaturgo António José da Silva. A encenação estrangeira da peça de António José da Silva, “o Judeu”, é outra das novidades. O novo Teatro Municipal de Almada, sem actividade de cartaz desde que foi inaugurado há cerca de um ano, volta a abrir ao público durante o evento para quatro produções. A nova sala de espectáculos deverá começar a funcionar regularmente, com programação própria, a partir de Setembro.

Mas a 23ª edição do festival não se faz apenas de Teatro. Nas apelidadas “actividades complementares”, dá-se a oportunidade ao público de visitar exposições de pintura, cenografia e documentais, ter conversas na esplanada, assistir a leituras e dois colóquios internacionais, numa tentativa de aumentar o envolvimento dos visitantes e um maior interesse na cultura.



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