O músico canadiano com o seu talento deixou-nos mergulhar no seu mundo de sonhos e simplicidade com muita magia.
Tindersticks em contenção, demoraram a encontrar inspiração.
Em resumo o frio exterior que Tom Chaplin várias vezes referiu contrastou sempre com o ambiente caloroso que se viveu no interior do Coliseu do Porto que foi pequeno demais para tanta emoção coletiva.
Tem sido um prazer acompanhar o crescimento de Olsen, ao longo das várias passagens pelo nosso país. Sempre num crescendo. Nunca igual, nunca acomodada. Sempre a deixar tudo e todos de coração cheio.
Manda a lei do SBES que a noite seja encerrada no Coliseu dos Recreios, para onde todas as combinações de horários desembocam nas horas mais tardias do festival.
No final prevalece aquela sensação de que é Sexta à noite e que estivemos no sítio certo.
Era uma maravilha se todos os domingos, mesmo os mais chuvosos, pudessem acabar assim, trazendo para o início da semana ainda um bocadinho daquela energia.
Microclima no Coliseu de Lisboa tornou este dia de Outono, num dia de Primavera.
Foi, sem grande sombra de dúvida, um dos concertos que maior entretenimento ofereceu este ano por cá.