O dia em que se deu o arranque da edição de 2019 do festival mais antigo da Península Ibérica, que continua a unir várias gerações pela música. Antigo, mas atual, jovem e renovado.
Patti Smith era um dos grandes nomes, eventualmente o maior, do cartaz que o Vodafone Paredes de Coura agregou para este ano. Não será, portanto, estranho dizermos que foi, muito provavelmente, o momento mor desta edição, num concerto repleto de emoções fortes e sempre com muitas mensagens para transmitir.
Havia muita gente, muita mesmo, que sonhava com uma aparição dos New Order.
Não há como contornar que foram os The National os grandes propulsionadores da lotação estar esgotada neste dia.
Declarações de José Sócrates, discursos de Marisa Matias, blocos de notícias, tudo foi servindo para abrir os temas que Ikoqwe foi estrear a Sines.
Estiveram no Super Bock Super Rock, fomos entrevistá-los, mas mais do que uma entrevista, foi uma conversa informal.
Era a vez de Diego Baliardo subir ao palco e promover uma revisão ao espólio dos seus Gipsy Kings, para gáudio de um castelo a transbordar de gente, num detalhe que raramente ocorre numa quinta-feira.
Inaugurando o novo horário nocturno do palco principal do FMM, Melanie de Biasio endereçou-nos uma actuação extremamente elegante.