Com um cartaz mais eclético do que estávamos habituados, talvez a piscar o olho a outros públicos, o Vodafone Paredes de Coura voltou a preencher corações
Os dois dias anteriores foram longos e isso mesmo se percebe no cansaço espelhado nalgumas caras e na quantidade de pessoas que esperam em fila pela oportunidade de comprarem um café de forma a recarregar baterias para o muito que ainda falta do festival.
O sol volta a brilhar e a aquecer os corpos que lentamente se dirigem para o recinto onde a esta hora do dia ainda é possível sentir o cheiro intenso a terra deixado no ar pela “rega” efetuada por uns incansáveis bombeiros que tentaram evitar as malfadadas nuvens de pó tão habituais neste tipo de eventos.
Os festivaleiros que já andam por estas andanças há algum tempo por certo recordarão que a imagem de marca que durante muito tempo marcou o Festival Vilar de Mouros era de uma vaca com uma guitarra.
Não foi o final desejado para um festival que não teve claramente a sua edição mais memorável, pese embora se contem vários concertos, espalhados por todos os palcos, que nos encheram as medidas ao longo dos três dias.
Saímos da cidade e fomos conhecer a iniciativa que leva a cultura a 13 municípios que têm o rio Tejo como ponto de contacto.
O dia de maior enchente e repleto de hip-hop
O palco secundário do SBSR foi decididamente a nossa praia na Quinta-feira.
Um dia com o vencedor anunciado e um final atribulado.
No segundo dia os principais destaques vão para os The National e para os Queens of the Stone Age, com os segundos a vencerem pelo voto popular.
No primeiro dia, os destaques vão para os concertos de Wolf Alice, Nine Inch Nails e Arctic Monkeys.