“A Maior Casa do Mundo” | Leo Lionni

“A Maior Casa do Mundo” | Leo Lionni

A história que a pulga nunca ouviu contar

Há cerca de uma semana, a notícia espanhola dava conta de que Leo Messi, a pulga argentina que vai encantando Barcelona e o mundo há já vários anos, se ia mudar para uma mansão em Barcelona com a forma de um estádio de futebol. Gostos e estilos postos de parte, uma coisa parece certa: Messi nunca terá ouvido contar “A maior casa do mundo”, escrita e ilustrada por Leo Lionni.

Um grupo de caracóis havia feito de uma suculenta couve a sua residência temporária. Enquanto se movimentavam de folha em folha, um caracolinho disse ao seu pai: «Quando for grande, quero ter a maior casa do mundo». O pai, que tinha a fama de ser o caracol mais sensato de todas as couves num alargado raio de quilómetros, disse-lhe que aquela ideia não passava de um disparate e, para o provar, contou-lhe a história da maior casa do mundo, que deixou o caracolinho às portas de uma crise de lágrimas antes de assimilar a moral da história.

História sobre os valores da simplicidade, “A maior casa do mundo” poderá ser interpretada de várias formas: sermos comedidos com os sonhos, não termos mais olhos que barriga ou, em paralelo, não nos apegarmos demasiado aos objectos e às coisas materiais. Com tanto mundo que há para descobrir, por que razão se há-de de querer fazer da nossa casa um pequeno e inamovível planeta? Uma lição de vida ilustrada com as cores da infância.



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