Antevisão do Festival de Cinema Independente que decorre em Lisboa de 22 de Abril a 2 de Maio.
Artigos de: João Luis Amorim
A propósito das múltiplas personagens de Peter Sellers em Dr. Strangelove e como Clare Quilty em Lolita, ambos de Kubrick, uma pequena dissertação sobre o papel do actor no cinema, entre o clássico e o moderno.
Um documentário sobre o famoso pugilista que nunca ganhou o título mundial num discurso directo entre a infância desoladora e o potente contra-ataque esquerdo que lhe deu a fama.
Continuamos a análise do Cyberpunk no cinema, desta vez reflectindo sobre os filmes Ocidentais, da Europa até Hollywood. Filmes como “Blade Runner” foram marcos na história do Cinema, tornando-se tão imortais como as suas estórias, influenciando até os Japoneses tanto fisica como psicológicamente.
2010 começa com a explosão misógina de Lars von Trier, um filme que é também um dos mais polémicos de sempre, mesmo não sendo assim tão obsceno e horrendo, uma fábula de terror à maneira do homem que nos deu o Dogma e que agora não quer saber dele.
A Wired escreveu em 93 que o Cyberpunk morreu mas o seu legado é cada vez mais real, saltando das páginas e dos ecrans da ficção para um mundo moderno de total dependência tecnológica. Primeira parte de uma série de dois artigos sobre o Cyberpunk no cinema. Esta primeira parte é dedicada ao extremo cyberpunk Japonês.
O jovem realizador de Afterschool em discurso directo, onde nos fala de alienação, escolas privadas, moral e internet, enquanto tentamos descodificar a sua primeira longa-metragem.
A geração YouTube: uma juventude que vive à sombra da imagem física onde os sentimentos se misturam com os pedaços de amadorismo que populam os canais de video da internet nesta ficção quase documental do americano Antonio Campos.