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“Azul”

Diálogo sem palavras.

“Há o azul do céu e o azul do mar — dizem que um é espelho do outro. Há quem sinta através da cor e quem navegue por ela. Existem muitas formas de ser azul e muitos mergulhos possíveis nesta cor. É esta a proposta deste espectáculo: um mergulho. Um longo e hipnótico mergulho em tudo o que o azul esconde, nos mistérios, nas histórias e danças que nele estão encerrados. Uma dança em tons de azul que mostra o que estava escondido, dentro de uma azulada caixa de Pandora ou de um painel de azulejos antigos.”

“Azul” é uma cor, várias cores, é uma peça de teatro, uma dança, objectos, sons, movimentos, encontros e descobertas. “Azul” não se pode descrever por palavras; talvez por isso, a palavra falada não seja um recurso utilizado neste espectáculo, mas ela está visualmente presente todo o tempo.

Durante cerca de 40 minutos, duas personagens muito idênticas, no movimento, entre o teatro e a dança, descobrem-se e descobrem o que essa cor, que como diz a sinopse existe no céu e mar em espelho, têm de belo, misterioso, engraçado e tranquilizante.

É um espectáculo brincado que serve para crianças e para adultos, que não deixa o espectador perder a atenção e o envolve a ponto de o fazer sentir frio quando em cena chove ou querer brincar com os interessantes objectos – coisas vulgares que de repente ganharam magia. Redescobre-se assim um pouco do mundo dos mais pequenos, tão rico em transformar o banal em especial.

criação Leonor Barata interpretação Adriana Campos e Leonor Barata concepção plástica Maria João Castelo desenho de luz Alexandre Mestre créditos fotográficos Carlos Gomes co-produção Maria Matos Teatro Municipal, Projeto D e Centro Cultural Vila Flor

TAGV (Coimbra) ǀ 13 e 14 janeiro, 3 e 4 fevereiro
Teatro Maria Matos (Lisboa) ǀ 25 a 29 janeiro
Centro Cultural Vila Flor (Guimarães) ǀ 3 a 5 fevereiro 2012



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