O que têm em comum Emir Kusturica e os Bush? A resposta é nada…mas já lá vamos!
Artigos de: Maria Inês Graça
No dia anterior Salvador Sobral tinha dado um espetáculo sob o mesmo mote (apresentação do novo álbum) mas totalmente “único” no Coliseu dos Recreios em Lisboa.
Depois de Lisboa, também no Porto, os fiéis de todas as idades acorreram ao “templo” em grande número e dEUS mais uma vez não os desiludiu.
No passado domingo 10 de março, os Crystal Fighters que tinham atuado no dia anterior em Lisboa (LAV) e no ano passado no Festival Vilar de Mouros regressaram ao norte do país para um concerto no Hard Club no Porto.
Os dois dias anteriores foram longos e isso mesmo se percebe no cansaço espelhado nalgumas caras e na quantidade de pessoas que esperam em fila pela oportunidade de comprarem um café de forma a recarregar baterias para o muito que ainda falta do festival.
O sol volta a brilhar e a aquecer os corpos que lentamente se dirigem para o recinto onde a esta hora do dia ainda é possível sentir o cheiro intenso a terra deixado no ar pela “rega” efetuada por uns incansáveis bombeiros que tentaram evitar as malfadadas nuvens de pó tão habituais neste tipo de eventos.
Os festivaleiros que já andam por estas andanças há algum tempo por certo recordarão que a imagem de marca que durante muito tempo marcou o Festival Vilar de Mouros era de uma vaca com uma guitarra.
A perspetiva para o segundo dia era de maior afluência de público e a quantidade de pessoas que aguardavam desde logo a abertura das portas era sinal disso mesmo.
Os olhos demoram a digerir o cenário de um palco encaixado entre o “nobre casario da ribeira” que ontem, é certo, dormiu mais tarde e o rio que corre sereno transportando barcos de turistas que não ficam indiferentes ao que se passa na margem.
Success in not final, failure is not fatal. It is the courage to continue that counts
I’m not a god, I’m just a simple guy.
“Happiness only real when shared”