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Outubro 2006.

Para quem quer fazer a revisão dos acontecimentos mais marcantes de 2005 aconselha-se a passagem pela exposição resultante do concurso anual da World Press Photo, que nos últimos anos tem sempre marcado presença no CCB.

Também para ver no CCB, Conceitos para uma Colecção de Helga de Alvear, a colecção particular de uma das mais destacadas galeristas de arte contemporânea, que reúne obras de artistas eminentes que trabalham nos mais variados suportes. Entre nomes internacionais, tais como Rebecca Horn, Dan Flavin, Donald Judd ou Philip-Lorca diCorcia, podemos igualmente apreciar os portugueses Joana Vasconcelos, Julião Sarmento, Pedro Cabrita Reis e Rui Chafes.

The Possibility of Everthing reúne obras de João Paulo Feliciano produzidas entre 1989 e 1994, naquele que é considerado o seu período de trabalho mais produtivo e experimental, e que demonstram o encontro de elementos da cultura erudita com a cultura popular de massas, nomeadamente a música rock. Em exibição na Culturgest até 30 de Dezembro.

Pedro Cabrita Reis debruça-se mais uma vez sobre a ideia da arquitectura enquanto memória, abrigo, circulação… Para ver no Centro de Arte Moderna José Azeredo Perdigão (CAMPJAP).

Presença na Arte Contempo, até 14 de Outubro, dos trabalhos de João Leonardo (vencedor da edição do ano passado do Prémio EDP Novos Artistas) e de Luís Espinheira naquela que é a primeira exposição dos mesmos. O corpo surge como ponto de partida para a realização das obras de ambos os artistas, enquanto João Leonardo evoca nos seus vídeos o corpo no acto da sua limpeza para nos dar conta da normalização dos hábitos culturais que definem as relações pessoais, Luís Espinheira aborda o corpo na sua incompletude, na doença, explorando no nível formal todo um imaginário médico.

A Plataforma Revólver propõe-nos a visita às suas águas-furtadas, a experiência de um espaço outrora habitado. Para as artistas que participam nesta colectiva esta casa abandonada constituiu o ponto de partida para as suas realizações plásticas.

“As artistas foram convidadas a pensar a ideia de casa, de uma casa também ela em tempos habitada por artistas, da memória que perdura gravada nas paredes. O desafio foi exactamente o de reflectir essa memória, por forma a que novas e antigas memórias pudessem coabitar no mesmo espaço. Num permanente revolver.” (Filipa Oliveira, comissária da exposição)

Destaque para a obra de Ângela Ferreira dado que esta artista representará Portugal na Bienal de Veneza de 2007.
Os contactos:
Centro Cultural de Belém
Praça do Império
Ter. a Dom. 10h às 19h
http://www.ccb.pt
Culturgest
Rua do Arco do Cego
Seg., Qua. a Sext. 11h às 19h/ Sáb., Dom. e Feriados 14h às 20h
http://www.culturgest.pt
C.A.M.J.A.P.
Rua Dr. Nicolau de Bettencourt
Terça a Domingo 10:00 às 18:00
http://www.camjap.gulbenkian.org/
Arte Contempo
Rua dos Navegantes, 46A
Qui. a Sáb. 14h30 às 19h30
http://www.artecontempo.org
Plataforma Revólver
Rua da Boavista, 84 3º
Ter. a Sáb. 14h às 19h30



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