“Eu estar fora do Brasil é por uma ambição minha em querer trazer exatamente esta minha raiz para a maior parte do mundo que eu conseguir.”
“Ficarei com certeza satisfeito se me disserem que se ouve este disco em silêncio, porque tem subjacente um compromisso de envolvimento com esta música. Enquanto autor, nada mais me poderá agradar.”
“(…) a diversidade de linguagens, nesta história centenária do jazz, é a principal riqueza que esta música tem.”.
“O feedback das pessoas também tem sido óptimo. Estou grato por esta fase.”
“Eu espero que o espetáculo continue a cumprir essa função de arrancar as pessoas de uma certa realidade e levá-las numa viagem.”
“A verdade é que para mim a dor está muito próxima do processo criativo, seja este uma terapia para a primeira ou a dor como acompanhante próxima da criação. Mas não é um significado negativo da dor. É mais uma constatação que ela existe e que é preciso reconhecê-la.”
Estamos a equacionar hipóteses de apresentar o disco ao vivo, quer seja numa sala em streaming, ao ar livre, em drive in, todas essas opções estão a ser estudadas.
“Eu acho que para se ser músico é preciso ter um enorme amor por este acto de produzir som, de excitar os nossos próprios ouvidos, é daí que vem a personalidade, por isso acho que todos os músicos devem conseguir estar felizes e à vontade a tocar sozinhos.”
“As nossas canções são a nossa forma de contar sobre as coisas, os momentos, as situações, e os sons que a gente consegue combinar, e quer dividir, pra deixar nossa vida com bem mais sentido.”
Fomos conhecer a Chasing Rabbits Record Store. Um novo local em Lisboa para comprar um disco, um livro sobre música ou comer e beber algo.
Os ritmos dançáveis e tropicais assentam que nem uma luva a esta banda. Um concerto cheio de pujança, coordenação dos vários membros e um convidado especial: Alex D’Alva Teixeira.